sábado, 19 de março de 2011

Água – O PLANETA TEM SEDE DE PRESERVAÇÃO

Fonte: revista Help.com – meio ambiente

O planeta terra é composto de mais de 2/3 de água. São oceanos, rios, lagos, só que a maioria dessa água é inadequada para consumo humano.
Um pequeno resumo: 71% da superfície do planeta terra é coberta de água, mas deste numero apenas 0,63% é feito de água doce, ou seja, ideal para consumo humano. Junte a isso dezenas de fatores como: poluição dos rios falta de saneamento básico, despejo desordenado de materias químicos em rios de lagoas e vemos que esse número, que já é baixo, pode cair consideravelmente.
SOLUÇÕES SIMPLES QUE PODEM PARTIR DE VOCÊ
Como você viu, apesar de abundante, a água potável é um recurso escasso. Alguns pesquisadores afirmam que em um futuro muito próximo ela vai ser tão ou mais cara que o próprio petróleo. Por isso alguns gestos que você faz em casa e no trabalho podem ser decisivos pra ajudar na economia de água e principalmente dinheiro.
No Banheiro
O banheiro é o lugar que mais se consome água. Por isso, ele merece atenção redobrada para que sua economia seja eficiente:
a) Evite deixar a torneira aberta enquanto escova os dentes. Abra a torneira somente na hora do enxague.
b) Mantenha a válvula da privada regularmente e evite aperta-la desnecessariamente. Outra dica é não jogar papéis, plásticos ou absorventes no vaso sanitário, além de entupir os canos o lixo pode causar contaminação nos rios onde o esgoto é desovado.
c) Não tome banhos demorados. Um banho adequado para uma boa higiene dura até seis minutos.
Na casa
a) Ligue a máquina de lavar apenas uma vez na semana. Use-a na capacidade máxima, evite liga-la para apenas lavar uma blusinha, por exemplo.
b) Quando for lavar suas roupas na mão, não use sabão em excesso. Isso evita um maior número de enxágue e maior desperdício de água.
c) Ao lavar o seu carro use o balde ao invés da mangueira. Para lavar o piso ou calçada a dica é a mesma: use uma vassoura e quando necessário use um balde ao final.
d) Ao lavar a louça só deixar a torneira aberta na hora de enxaguá-la.
Essas dicas vão ajudar você a fazer com que a Terra continue sendo chamada de planeta água.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Conheça os cânceres que afetam o aparelho reprodutor feminino

Exames preventivos são decisivos para a cura desses tumores


Desde sua primeira menstruação, é recomendável que a mulher crie o hábito de consultar um ginecologista regularmente. Essa é uma atitude preventiva essencial para que ela cuide da sua saúde íntima e evite que alguma doença seja descoberta apenas em estágios bastante avançados.

Um dos problemas que mais preocupa médicos e paciente é, sem sombra de dúvida, o câncer, enfermidade que pode atingir os diversos órgãos do aparelho reprodutor feminino. Por isso, a mulher que se preocupa com a sua saúde, também aprende a se conhecer muito bem para identificar os primeiros sintomas de quando alguma coisa está errada.

De acordo com a especialista em oncologia ginecológica e coordenadora do Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico do Hospital Amaral Carvalho de Jaú (SP), Lenira Maria Queiroz Mauad, é preciso primeiramente entender que o aparelho reprodutor feminino é formado por um órgão externo (vulva) e outros internos (vagina, útero, trompas de falópio e ovários). "Todos esses órgãos são passíveis de desenvolver câncer e cada prognóstico irá levar a um tratamento específico", afirma. 

Mauad explica também que a mama não é considerada órgão do sistema reprodutor, embora esteja intimamente relacionada a ele. "Nos países desenvolvidos, o câncer mais comum é o do endométrio, seguido pelo câncer do ovário e depois, colo do útero, vagina e trompas. Já no Brasil, há diferentes dados de acordo com a região, mas, ao que tudo indica, o mais frequente é o câncer do colo do útero, seguido pelo do endométrio e ovário", esclarece.

Apesar da maior incidência de câncer na mulher ser mesmo o de mama, dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que, no ano de 2008, 4.812 mulheres brasileiras foram vítimas do câncer de colo de útero. Naquele ano, o câncer de mama contabilizou 11.860 mortes. "O que torna um câncer mais perigoso é seu comportamento, como ele se espalha para os outros órgãos. O câncer de mama tende a ser de pior comportamento se considerarmos casos iniciais, porque pode se espalhar pelo sangue e voltar mesmo depois de vários anos de tratamento", diz a médica.  

Causas e sintomas A ginecologista esclarece que todos os tipos de câncer apresentam sintomas quando em fases já avançadas. Portanto é imprescindível que as mulheres se submetam a exames periódicos de prevenção e detecção precoce. Alguns dos sintomas mais comuns em cada tipo de câncer do aparelho reprodutor feminino são:

Câncer do colo do útero: Segundo a especialista, esse tipo muitas vezes está relacionado à infecção pelo vírus
HPV, transmitido sexualmente. No entanto, vários fatores de risco associados, como tabagismo, uso de pílulas, higiene inadequada, mudança frequente de parceiros e outras infecções concomitantes, aumentam o risco do aparecimento e progressão das lesões pré-tumorais.

Em relação aos sintomas, o câncer de colo de útero geralmente provoca corrimento vaginal (às vezes sanguinolento), sangramento nas relações sexuais e dor pélvica em casos mais avançados. "As lesões iniciais e pré-tumorais, não causam sintomas e podem ser detectadas pelo exame ginecológico e pelo teste de Papanicolau", alerta. 

Câncer de endométrio (corpo do útero): De acordo com a especialista, o câncer de endométrio geralmente está relacionado a desequilíbrios hormonais, obesidade na perimenopausa e menopausa, diabetes e pressão alta. "Esse tipo de câncer também pode ser induzido pelo uso inadequado de terapia hormonal para tratamento de sintomas da menopausa", explica.

Câncer de vulva: Na mulher jovem, o câncer de vulva, muitas das vezes, aparece relacionado à infecção pelo HPV. Nas mulheres mais velhas, pode evoluir a partir da coçadura crônica causada por alterações da pele da vulva. Esse tipo de câncer apresenta como principais sintomas, além das coceiras crônicas, o aparecimento de úlceras, feridas ou gânglios na região inguinal.

Câncer do ovário: Para Mauad, no caso do câncer de ovário, o fator hereditário é bastante determinante, apesar da doença também se manifestar frequentemente em mulheres que não engravidaram, são inférteis e fizeram múltiplos tratamentos para indução de ovulação. "Embora estes não sejam os fatores causais, aumentam o risco", afirma. 

É possível prevenir? A especialista explica que os cuidados com alimentação, prática de exercícios físicos regulares, aliados à atitude de evitar vícios, como o cigarro e o álcool, são medidas gerais que ajudam muito a prevenir todos os tipos de câncer.

"Mas o grande aliado das mulheres no combate a esses tumores é o seu ginecologista. A realização de exames periódicos e orientação adequada sobre os cuidados a serem tomados nas diferentes fases da vida, é decisiva na luta contra o câncer feminino", finaliza Mauad. 

terça-feira, 8 de março de 2011

Mulher...

Mulher...
Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide sua alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com sua coragem
Que traz paixão no olhar
Mulher,
Que luta pelos seus ideais,
Que dá a vida pela sua família
Mulher
Que ama incondicionalmente
Que se arruma, se perfuma
Que vence o cansaço
Mulher,
Que chora e que ri
Mulher que sonha...
Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas,
Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias...
Para você, Mulher tão especial...
Feliz Dia Internacional da Mulher!
(Anônimo)

sábado, 5 de março de 2011

Historia das coisas!

LANCHINHOS DE UM COMPULSIVO:

LANCHINHOS DE UM COMPULSIVO:

Fonte: jornal O Dia – 02/05/2010 (Domingo)
4 pedaços de bolo de chocolate = 1000kcal +
3 refrigerantes (720 ml) 288 kcal +
2 barras de chocolate (170g cada) 1740 kcal =
3028 kcal


O compulsivo consome 2.000 calorias ou mais em menos de duas horas. Ele chega a repetir esse “lanchinho” no mínimo 3 vezes por semana.
PARA REFLETIR:
Sua Relação com a comida é doentia?
1) Você como quando não tem fome?
2) Faz ‘farras alimentares’?
3) Sente culpa depois que come?
4) Gasta muito tempo comendo ou pensando em comida?
5) Espera por prazer o momento de comer sozinho?
6) Como sensatamente quando junto de outras pessoas, mas quando sozinho abusa?
7) Seu peso afeta sua vida?
O DRAMA DE NÃO SABER A HORA DE PARAR DE COMER.
A pesquisadora Ivone Hénot explica que as causas estão ligadas a transtornos emocionais. Muitas vezes o comedor compulsivo tem outro vício (cigarro, álcool, droga).
A pessoa tem traumas não resolvidos, necessidades não preenchidas, sentimentos reprimidos. E então desconta na comida. O açúcar, presente não só em doces, mas em carboidratos – como pão e macarrão – aumenta os hormônios de prazer no cérebro e a pessoa se satisfaz, explica. Mas o prazer dura só enquanto ela come. Depois vem o arrependimento e a culpa.
Segundo especialistas, conversar com pessoas que sofrem do mesmo problema pode ajudar. O grupo comedores compulsivos anônimos segue essa premissa. Há mais de 40 anos, a organização segue essa filosofia dos alcoólicos anônimos. Entre elas o sábio conselho: “evite a primeira mordida.” As reuniões são gratuitas. Para saber mais do grupo visite o site:
http://comedorescompulsivos.com.br/

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Empregabilidade: uma exigência profissional

Empregabilidade: uma exigência profissional
FONTE: http://www.meuartigo.brasilescola.com/atualidades/empregabilidade-uma-exigencia-profissional.htm

Por: Larissa Rolim Sanches
mercado de trabalho.


O desenvolvimento de competências e
habilidadestorna-se uma premissa para o ingresso de profissionais em um mercado tão competitivo e veloz. A sociedade contemporânea e os avanços tecnológicos contribuem para a visão e atenção a esse novo olhar voltado para a empregabilidade.

1 Entendendo o termo Empregabilidade

O termo empregabilidade, segundo Almeida (2006) baseia-se na recente nomenclatura dada à capacidade de adequação do profissional ao mercado de trabalho. Quanto mais adaptado o profissional, maior sua empregabilidade.

Almeida (2006, p. 112) cita um trecho do artigo de Nancy Malschitzky,

INTRODUÇÃO


O tema proposto surgiu a partir de uma exigência do mercado atual pela busca de profissionais cada vez mais competentes, atualizados e preparados para atuar nas organizações.


Segundo Almeida (2006) em que cita um artigo de Nancy Malschitzky, a
empregabilidade
está relacionada a qualquer modalidade de trabalho, seja na montagem do próprio negócio ou na prestação de serviços como empregado de uma pequena, média ou grande empresa. É preciso estar respaldado em raízes fortes que fomentem o crescimento e a transformação profissional.


O atual contexto exige profissionais cada vez mais preparados e conscientes de sua atuação. O termo empregabilidade traz elementos essenciais para se pensar em todo e qualquer profissional, pois exige capacidade e adequação do profissional ao



Entende-se por empregabilidade a busca constante do desenvolvimento de habilidades e competências agregadas por meio do conhecimento específico e pela multifuncionalidade, as quais tornam o profissional apto à obtenção de trabalho dentro ou fora da empresa.
O termo surgiu na última década, pela necessidade dos trabalhadores de adquirir novos conhecimentos que os habilitassem a acompanhar as mudanças no mercado de trabalho. Até então, as oportunidades de trabalho eram oferecidas principalmente pelas indústrias. A partir daí passam a surgir vagas no setor de serviços, exigindo um outro perfil de trabalhador, que tenha competência para desenvolver as novas atividades.
17 ed. São Paulo: Gente, 1995.

, pois ambos estão diretamente relacionados com a empregabilidade. Conforme Almeida (2006), a competência representa o saber efetivo da matéria enquanto a habilidade relaciona-se à sua execução, ou seja, sua prática.


A empregabilidade relaciona-se com a realidade de todo e qualquer profissional. Para ser inserido no mercado de trabalho é importante que o profissional tenha consciência de suas verdadeiras competências e habilidades. Portanto, não basta apenas ter um diploma, a empregabilidade exige mais do que isso.


Diante disso, a empregabilidade vem nos posicionar em relação às mudanças do profissional nas diversas áreas de atuação, permitindo que este seja inserido no contexto das organizações atuais e competitivas.


O profissional que tem competências e habilidades diversas é capaz de atuar em qualquer ambiente organizacional, proporcionando mudança e visão renovada.
Diante do mundo atual e globalizado, o mercado de trabalho exige constantes mudanças e atualização dos profissionais, por isso o ideal é preparar-se para exercer novas funções, caso contrário o profissional será considerado ultrapassado e sem valor para o mercado de trabalho.


Na visão de Minarelli (1995), os seis pilares que sustentam a empregabilidade são a adequação vocacional, competência profissional, idoneidade, saúde física e mental, reserva financeira e fontes alternativas e relacionamentos. A união de todos eles dá segurança ao profissional, confere empregabilidade, isto é, a capacidade de gerar trabalho, de trabalhar e ganhar.


Estes pilares, segundo Minarelli (1995), precisam estar coesos e articulados, eles funcionam num grau de interdependência. De nada adianta ter adequação profissional, competência ou estar atualizado em sua profissão se não for idôneo, se não possuir relacionamentos, se a saúde estiver fraca ou se não dispuser de reservas financeiras.
É possível perceber que na concepção do autor, atingir a empregabilidade é algo que vai além de ter competências e habilidades bem estabelecidas. É necessário seguir os seis pilares com rigor e assim será possível não apenas atingir a empregabilidade, mas mantê-la, o que parece mais complexo.


A empregabilidade do profissional, bem como sua atuação necessitam estar em constante reflexão e atualização para que não seja considerado ultrapassado.
A constante busca por profissionais qualificados é uma realidade atual e cabe ao profissional, de qualquer área, estar preparado e consciente de sua atuação, caso contrário estará automaticamente fora das exigências do mercado de trabalho.



REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Marcus Garcia de. Pedagogia empresarial: Saberes, Práticas e Referências. Rio de Janeiro: Brasport, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
MINARELLI, José Augusto. Empregabilidade: o caminho das pedras.