"Eu me abri para todo o tipo de perdão e recebi do Universo todo o bem, prosperidade e abundância. Eu agradeço à Vida." OBRIGADA DEUS, OBRIGADA UNIVERSO!"
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Conheça sete produtos para animais de estimação “sustentáveis”
Lydia Cintra 1 de março de 2013
1. Ecofralda para cachorrosSim, é possível encontrar fralda canina no mercado. E mais: 100% oxibiodegradável. Há versões diferenciadas para machos e fêmeas e serve apenas para xixi, por isso tem um orifício anatômico que não incomoda o rabo. A ideia é proporcionar mais higiene em passeios, viagens, pós-operatório e em cachorros com incontinência urinária. No caso dos machos, evitam estrago de móveis e outros objetos com a típica demarcação de território.
2. CosméticosA linha da Eco Cosméticos inclui shampoos, desembaraçadores e sabonetes naturais para cachorros, gatos e cavalos. A proposta é usar produtos naturais para “higiene e embelezamento de animais” a base de (nada menos que) extratos amazônicos, extraídos de forma responsável e certificada, segundo a fabricante. Peculiaridades do mundo pet.
Tem shampoo com óleo de copaíba, shampoo para filhotes de cães com manteiga da palmeira Murumuru, desembaraçador de pelos com óleo de castanha-do-Pará e fluido higienizador com óleo de andiroba para cavalos.
3. VinhoterapiaParece que vinho também faz bem para outras espécies. A Empório Pet criou uma linha baseada nos “segredos e benefícios” da vinhoterapia, composta shampoo higienizador, perfume e até máscara revitalizante para os pelos, que ficam mais macios com o poder antioxidante das uvas…
4. Casinha petAs casinhas da Ecobichos são fabricadas com papelão que vem de fontes certificadas pelo FSC (Forest Stewardship Council). Segundo o fabricante, o material é antialérgico e previne o acúmulo de pelos causadores de fungos. Por R$49,90, é possível comprar o “Condocat”, um condomínio para gatos – que nada mais é do que uma casinha modulada com três andares.
Há também a “Doghouse”. Elas duram em média seis meses se usadas em ambiente coberto e seco.
5. AlmofadasFabricadas pela marca Harry Barker, as almofadas para cães e gatos são feitas com algodão livre de agrotóxico, sem produtos químicos ou corantes artificiais. A marca também fabrica coleiras feitas com plástico 100% reciclado.
6. Sem espaçoPara substituir a tradicional areia para gatos, a proposta é um granulado higiênico feito com bagaço de cana, por isso biodegradável. O Cat Pellet absorve até 4 vezes mais e não suja as patas do animal, promete o fabricante.
7. Alimentos orgânicos Orgânicos para cachorro? Tem também. A empresa Organicão, de São Paulo, prepara e entrega comida saudável para quem quer fugir das rações industrializadas, com componentes transgênicos, conservantes e aromas artificiais. Um dos “pratos” é músculo bovino com ovos, abobrinha e óleo de canola. E tem a opção frango:
A empresa diz que as receitas contêm apenas fontes proteicas de fácil digestão. “Nossos rótulos são claros: ‘peito de frango, moela de frango, coração de frango’, ao invés de ‘carne de frango’. Queremos que você saiba qual ave utilizamos. Afinal, urubu também é ave. Pena e bico também são fontes proteicas, só que de baixa digestibilidade”.
As empresas começam a investir numa alternativa para evitar a poluição causada por plástico: um produto equivalente que é feito de plantas e raízes e se decompõe naturalmente
Marina Yamaoka Fonte: Veja
Os produtos de plástico são utilíssimos, a vida sem eles é impossível e os danos que causam ao meio ambiente são imensos. Até aí, nenhuma novidade. Segundo as estatísticas mais recentes, 150 milhões de toneladas desses produtos são fabricadas no mundo por ano e 95% delas vão parar em lixões, sem tratamento algum, ficando sujeitas a um processo de decomposição interminável. Uma solução pode estar na busca de um produto alternativo semelhante em tudo ao plástico, mas menos poluente. Estudos nessa direção estão avançando, e resultados já são vistos na produção de objetos - embalagens, garrafas, componentes de celulares, autopeças - feitos do chamado bioplástico. Assim como os plásticos convencionais, os bioplásticos são feitos de polímeros, e as propriedades e características dos dois (vida útil, resistência a choques e variação de temperatura) também se assemelham. A diferença está na matéria-prima: enquanto o convencional vem do petróleo, o "ecológico" é obtido da natureza, em grande parte na agricultura: da cana-de-açúcar, do milho, da mandioca, da batata e outros.
A maior vantagem do bioplástico é amenizar o aquecimento global provocado pela emissão de gás carbônico. Cada quilo de plástico feito a partir de petróleo libera cerca de 6 quilos de gás carbônico. Com os plásticos verdes acontece o contrário: cada quilo produzido representa a absorção de 2 a 2,5 quilos de gás carbônico devido à fotossíntese dos produtos agrícolas usados na sua composição. Também demandam bem menos energia na sua produção. Além disso, são 100% recicláveis e 70% deles são biodegradáveis e compostáveis - decompõem-se sozinhos, em 180 dias, em média.
Dois problemas ainda travam a expansão da indústria de bioplásticos. Um deles, a necessidade de mais pesquisas, vem sendo amenizado com o desenvolvimento de projetos no mundo todo. Entre os muitos usos do produto, já estão em fase de teste no mercado uma bola de golfe que se degrada e vira comida de peixe se cair na água, uma goma de mascar que não gruda e, num futuro mais distante, um filme invisível que envolve as frutas, impede que elas estraguem rapidamente e pode ser ingerido. Já o outro problema é mais complicado: ainda é muito caro produzir o plástico verde. A maior parte das empresas que atuam no setor está utilizando a cana-de-açúcar - a Braskem, no Rio Grande do Sul, produz 200 000 toneladas por ano de plástico derivado de polietileno formado a partir do processo de desidratação do etanol. Situada em São Carlos, no estado de São Paulo, a CBPak utiliza matéria-prima mais inusitada: produz atualmente 300 000 bandejas e copos de plástico para embalar alimentos feitos a partir de amido de mandioca e espera faturar 10 milhões de reais neste ano.
"Trata-se de um negócio que ainda está engatinhando e que enfrenta duas barreiras: o preço e a produtividade", diz Claudio Rocha Bastos, fundador da CBPak, que tem planos ambiciosos de ampliar sua produção em dez vezes. Embalagens ecológicas podem custar até o triplo das de origem fóssil e, mesmo tendo atingido, em 2011, a marca de 1 milhão de toneladas, a atual produção mundial não representa nem 1% do mercado de plásticos.
Eu adoro um potinho, uma lata bacana, uma caixinha….pode ser de plástico, papelão, metal, eu sou fã de muitas embalagens e sofro muito para jogar fora no lixo tudo o que eu acho que poderia ser reaproveitado. Latas de leite, potes de iogurte, vidros de geleia e de requeijão, tanta coisa que pode ser reaproveitada, para colocarmos em prática a sustentabilidade de verdade, afinal, muito antes de reciclar, temos outros dois “Rs”: Reduzir e Reutilizar!
E eu sou super a favor da reutiização! Aqui em casa vivo guardando pote de sorvete, caixinhas de produtos que acho bacana, potinhos de vidro diversos, para agonia do meu maridão…rss! Nas minhas gavetas sempre tem lata servindo de porta lápis, vidrinhos servido de porta trecos, pote de sorvete pra organizar gavetas, etc. No niver do meu filho, reaproveitei os potinhos de papinha que ele consumia e fiz com eles as lembrancinhas da festa de 1 aninho, colocando o delicioso brigadeiro da Tia Lucinda dentro e colando adesivos com o nome do bebê para decorar. Ficou super bacana!
Para te dar umas idéias de como reutilizar materiais que iriam para o lixo para guardar objetos e organizar e decorar a casa, por exemplo, reuni imagens da internet na galeria de fotos abaixo.
Ganhar presente é uma das melhores coisas que existem. Mas presentear alguém não fica muito atrás, já que causar felicidade em alguém é um bom motivo para ficar feliz.
E depois de comprar um presente lindo para aquela pessoa especial, é preciso escolher a embalagem. Um pacote sofisticado demais pode gerar uma expectativa maior que o presente, enquanto um embrulho simples e bonito não tem como decepcionar!
Por isso, aprenda como aproveitar jornais para fazer uma bela sacola de presente:
Você vai precisar de tesoura, régua, cola, um papel mais rígido pra fazer o fundo e as bordas – vale papelão, cartão-postal ou até caixa de leite – e fita, corda ou cadarço para as alças.
E ainda dá pra adequar a embalagem ao conteúdo dela: se o presente for a camiseta da seleção brasileira, use o caderno de esportes; se for uma bolsa ou carteira, caderno de economia; e assim por diante. Demais, não?
Via How About Orange.
A sustentabilidade está em pauta em muitas empresas brasileiras. Isso é ótimo e a natureza agradece.
Mas como tudo neste País tem que ser diferente, a reciclagem, vem sofrendo com a bitributação. Um paradoxo, afinal, quem preocupa-se com futuro do meio ambiente deveria receber incentivos para tornar seu modelo de negócios menos oneroso para sociedade como um todo.
O presidente da Alcicla, Francisco Macedo Neto, executivo que dirige a maior empresa de reciclagem de alumínio da América Latina, localizada em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, diz que está muito difícil trabalhar na reciclagem do produto em Minas Gerais e no Brasil por causa da falta de incentivos à atividade e da bitributação que o material reaproveitado sofre.
“Quando uma lata de alumínio é produzida a partir do material primário, sobre ela incidem todos os impostos federais e estaduais. Quando utilizamos esse alumínio, já no processo de reciclagem, esses impostos são pagos novamente”, reclama.
Ele lembra que uma lata de alumínio demora, em média, 14 dias para sair das mãos dos consumidores e retornar para as prateleiras dos supermercados, depois de reaproveitada através da reciclagem.
“Nesse período, quem produz, quem vende e quem compra, no caso o consumidor final, pagam os mesmos impostos duas vezes e assim sucessivamente. Já no caso dos automóveis, essa bitributação acontece em 10 anos, média da vida útil de um carro no Brasil”.
De acordo com José Roberto Giosa, atual Coordenador da Comissão de Reciclagem da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) acha que a luta pela eliminação da bitributação do setor e o combate ao alto índice de sonegação na cadeia de reciclagem, podem contribuir para ampliar os benefícios da lata de alumínio.
“Um carro brasileiro tem 27 quilos de alumínio embarcado, em média. Na Europa, esse peso é de 218 quilos. Temos como crescer, apesar da falta de incentivos e até da bitributação de ICMS”, avalia Giosa.
No caso de Minas Gerais, a Assembléia Legislativa aprovou um pacote tributário do Executivo mineiro no qual consta uma diminuição de impostos para ligas de alumínio reciclado, mas até agora a lei, que já foi sancionada pelo governador Aécio Neves (PSDB), não foi regulamentada.
Apesar da aprovação e da sanção, a regulamentação é que definirá os detalhes da nova legislação, sendo que há uma tendência de considerar o alumínio reciclado como o produto primário, o que inviabilizaria a redução tributária.
“Além da questão ambiental, que é óbvia nesse caso, e da economia que os governos fazem por não gastarem no recolhimento dos recicláveis que são apanhados pelos catadores, temos a questão social em um País como o nosso. Para muita gente a única chance de sobrevivência é catar material reciclável”, afirma Macedo da Alcicla.
Se você mora no Rio de Janeiro ou em São Paulo e gostaria de ajudar a combater o desmatamento na Floresta Amazônica mas não sabe o que fazer porque mora longe, a idéia dessa coluna é justamente lhe trazer uma opção: incentivar a produção de madeira plástica usando o nosso próprio lixo plástico. Mas o que vem a ser madeira plástica? A madeira plástica é um produto que apresenta propriedades semelhantes às da madeira natural. Ela é fabricada com conteúdo de plástico (de preferência reciclado) de pelo menos 50% em massa e possui dimensões típicas dos produtos de madeira natural industrializada. Isso quer dizer que ela pode ser utilizada para fazer tábuas, perfis, ripas e praticamente qualquer forma que se encontre por aí em madeira natural.
Além disso, oferece diversas vantagens em relação à madeira natural. Ela apresenta, por exemplo, maior durabilidade e não requer o uso de pesticidas; é fácil de limpar com água e sabão, é moldável e impermeável e pode ser furada, aparafusada e serrada. Ela pode ser feita a partir de diversos tipos de plástico e levar na composição cargas minerais e fibras naturais ou de vidro para aumentar a sua resistência e estabilidade, dependendo do que se queira atingir.
Em São Paulo, a recicladora Wisewood acaba de acionar suas máquinas para a produção de cruzetas de poste elétrico (aquelas madeirinhas sobre as quais os fios e cabos se apóiam), pallets e dormentes de ferrovia, usando como matéria prima a madeira plástica. E pra quem está no Rio de Janeiro, pode procurar a Ong:
Doe seu lixo que eles recolhem em qualquer parte do Rio de Janeiro
(3286-9656/3287-3135)
FONTE:
Cada vez mais buscamos levar o verde para dentro de nossas casas. É muito comum adquirirmos bromélias e orquídeas dentre os adornos mais belos e cobiçados. No entanto, na intenção de compormos um ambiente integrado à natureza, fazemos uso predatório de uma outra planta, o xaxim.
O xaxim que conhecemos é um conjunto de pequenas raízes emparelhadas formando um pedaço de "tronco" que pode ser comercializado no formato de vasos, placas ou estar desfibrado (o chamado "pó de xaxim").
De onde vem o xaxim?
O xaxim (Dicksonia sellowiana), ou samambaia-açu, é uma samambaia que se assemelha a uma palmeira. Típica da Mata Atlântica, é considerada um verdadeiro fóssil vivo, existindo desde a pré-história. Outrora abundante na Serra do Mar desde o Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul, encontra-se ameaçada de extinção devido à sua extração indiscriminada.
Esta samambaia leva entre 50 e 100 anos para atingir um metro e hoje os espécimes com valor comercial estão localizados apenas em alguns trechos do estado de Santa Catarina.
A comercialização ilegal
Desde 24 de maio de 2001, o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), criou a resolução n. 278, que determina em seu Artigo 1 a proibição do corte e exploração dessa espécie ameaçada de extinção em populações naturais do bioma Mata Atlântica.
É comum encontrarmos até em grandes redes de supermercado vasos, placas, "palitos" e "pó" feitos de xaxim, sem que os comerciantes e consumidores se dêem conta de que desta forma estão estimulando um dano ambiental, além de cometerem um ato ilegal.
Alternativa com duplo efeito
Há três anos, está em atividade no Rio de Janeiro o projeto Coco Verde, que vem agregar duas ações importantes: a substituição do xaxim e a diminuição de resíduos do consumo da água de coco verde.
A empresa Coco Verde fornece coco a pontos de venda por toda a cidade. Após o consumo, a empresa coleta as cascas e as encaminha à reciclagem, resultando numa boa gama de artefatos, como vasos, placas, palitos, material de decoração, placas acústicas e térmicas.
A outra vantagem do projeto é a redução do grande volume de resíduos que precisaria ser destinado aos vazadouros da cidade. O consumo de coco vem aumentando no país: só na cidade do Rio de Janeiro foi constatado um consumo diário médio (inverno/verão) de 420 mil cocos. Se cada coco gera 1,5 kg de lixo, isso corresponde a 630 toneladas/dia.
Às vezes sobram aqueles medicamentos dentro da validade, que alguém pode aproveitar e a gente não sabe o que fazer com eles !!!
A ASAPREV-RJ criou o BANCO DE REMÉDIOS para atendimento gratuito aos aposentados de baixa renda, que não têm a mínima condição de adquirir medicamentos. O Banco sobrevive com a doação de medicamentos de pessoas cujo tratamento foi interrompido.Caso você possua um medicamento que não precisa mais ou não faça mais uso, não deixe em uma gaveta para depois jogar fora quando vencer o prazo de validade ... FAÇA A DOAÇÃO !!!O endereço de coleta é : Av. Rio Branco 156 - 20 andar sala 2021 a 2024 Edifício Av. Central - Centro PODE DEIXAR NA PORTARIA DO PRÉDIO.
Você pode fazer a doação também no: Shopping Tijuca - no SAC - SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE - 3° PISO.Site :
Reciclagem Ideal - tampa do frasco plástico. Esta é uma ótima idéia para compartilhar. Bom para nós e para o meio ambiente também. Então, muito melhor do que usar um twist-tie. Incisão direita do corte no pescoço. (A foto mostra uma tesoura. Usei um cortador de caixa).
Coloque a parte do plástico aberto através do gargalo da garrafa que você acabou de cortar. Arrume o plástico dentro do gargalo vire para baixo e ponha a tampa.
Melhor do que os clipes de plástico que você tem que comprar
Quero agradecer a todos os visitantes do blog Antenada&Reciclada, apesar do contratempo da mudança de endereço do blog, não deixaram de comparecer.
Que o ano de 2011 venha carregado de boas vibrações e mais pessoas abracem junto comigo a causa de ajudar ao nosso planeta ser mais lindo, limpo e sustentável.
Esta é minha homenagem e votos de felicidades a todos!
RECICLAGEM INTERESSANTE PARA FECHAR SAQUINHOS DE MANTIMENTOS
Reciclagem Idea - tampa do frasco plásticoEsta é uma ótima idéia para compartilhar. Bom para nós e para o meio ambiente também. Então, muito melhor do que usar um twist-tie.Incisão direita do corte no pescoço. (A foto mostra uma tesoura. Usei um cortador de caixa).
Coloque a parte do plástico aberto através do gargalo da garrafa que você acabou de cortar.Arrume o plastico dentro do gargalo vire para baixo e ponha a tampa.
Melhor do que os clipes de plástico que você tem que comprar.