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sábado, 7 de junho de 2014

Como se comportar durante uma entrevista de emprego

Fonte: Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo - Prefeitura  de São Paulo

Nos processos seletivos realizados nas empresas, geralmente são realizadas entrevistas, dinâmicas de grupo, provas e/ou testes com a finalidade de avaliar o perfil dos candidatos.
Em resumo, um empregador quer saber:
Quem é você?
O que você já fez?
O que sei fazer?
O que gosto de fazer?
Em que posso melhorar?
Por que você saiu do último emprego?
Por que você deveria ser contratado para esta vaga?
A entrevista
O selecionador está apenas interessado em saber como você pode beneficiar a empresa.
São feitas muitas perguntas e o candidato precisa estar preparado para respondê-la com total confiança, para assim fazer com que o entrevistador acredite nas respostas.
Antes de ir para entrevista, o candidato deve se preparar. 

Seguem algumas dicas:
• Procure conhecer a empresa antes da entrevista;
• Nunca se atrase e nem chegue muito antes do horário marcado;
• Boa apresentação (boa higiene, cabelos e barbas feitos; unhas cortadas e limpas); roupas discretas (mulheres sem decote e homens sem boné); jamais use óculos escuro;
• Fale com clareza e seja objetivo;
• Evite vícios de linguagem e erros de português e nunca use gírias;
• Não fale mal de seus patrões e empresas anteriores;
• Esteja preparado para responder sua pretensão salarial, horário de trabalho, disponibilidade de mudar de cidade, etc.;
• Procure enfatizar além dos cargos ocupados, as contribuições que você trouxe para a empresa;
• Evite dar respostas curtas (ex. sim, não e é);
• Não faça piadas, mastigue chicletes ou balas e não fume;
• Não minta;
• Não leve outra pessoa com você; 
• Cuide do seu hálito;
• Desligue o celular;
• Não demonstre impaciência;
• Não mexa nas coisas do entrevistador e nem crie intimidade com o mesmo.
• Contato visual: Seja firme, olhe nos olhos;
• Atitude (não mascar chicletes, não usar boné, seja simpático, tanto com o porteiro, quanto com o selecionador;
• Tom de voz (não fale muito alto nem muito baixo);
• Conhecer seu currículo (leia-o);
O que esperar de uma entrevista?
O que o empregador espera:
Confirmar os dados já apresentados no currículo;
Recolher outras informações;
Verificar o perfil do candidato.
O que o entrevistado pretende:
Demonstrar as suas competências e capacidades;
Convencer o empregador;
Verificar se a vaga corresponde àquilo que esperava.
Perguntas frequentes nas entrevistas:
• Fale sobre você (responda apenas o que for perguntado)
• Quanto quer ganhar? 
• Por que deixou o último emprego?
• Quais são seus objetivos?
• O que você procura num emprego? 
• Por que acha que devemos contratá-lo? 
• Diga seus pontos fortes e seus pontos fracos.
• Com que tipo de pessoa você tem dificuldade para trabalhar? 
• O que você pode contribuir para nossa empresa?
Dinâmica de grupo:
• Usada para identificar certas características das pessoas e como se relacionam com os outros;
• O que será analisado pelo selecionador é, o seu comportamento e posicionamento diante de uma situação teste;
• Não desanime! Não é porque você cometeu um erro que você não pode consertá-lo durante o processo.
Competências geralmente analisadas na dinâmica de grupo:
• Iniciativa (evite falar em excesso ou impedir que os outros participem); 
• Determinação;
• Trabalho em equipe.
Preste atenção nas instruções do selecionador;
Seja natural, interaja e seja o mais participativo possível;
Não tente impor seu ponto de vista;
Procure não ofuscar os outros membros da equipe;
Tome cuidado com as gírias e os erros de português;
Administre o tempo de cada atividade.
Tipos de dinâmica
• Atividades lúdicas: servem para descontrair e deixar os candidatos se comportarem da forma mais natural possível;
• Perguntas do tipo "Que animal (sorvete, cidade, objeto) você gostaria de ser?" ou "Em que ano preferia ter nascido?" têm como objetivo avaliar a criatividade, a originalidade, a velocidade de raciocínio dos candidatos e para revelar a forma como o profissional se vê;
• Como garantir a sobrevivência do grupo após um naufrágio? O que levar em uma expedição ao deserto do Saara? Nesse tipo de atividade, não existe resposta certa ou errada. A prova avalia bom poder de argumentação, a coerência e a capacidade de estratégia do profissional;
• Provas situacionais são bastante comuns em dinâmicas de grupo. Resumem-se a simulações de situações de trabalho, o mais próximas possível do real. O objetivo é analisar de que forma os candidatos exerceriam funções específicas do cargo pretendido. Podem ser aplicadas individual ou coletivamente.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

ENSINO TÉCNICO


Alta empregabilidade
Profissionais que passaram por cursos técnicos têm grandes chances de encontrar trabalho em suas áreas de atuação. Essa conquista é atestada por diversas pesquisas nacionais. Uma delas, realizada pelo Serviço Nacional da Indústria (Senai), feita com formados entre 2008 e 2010, mostra que 74% dos alunos estavam trabalhando um ano após o encerramento do curso.
O levantamento revela ainda que, do total de pessoas empregadas, 71,9% atuavam na área de formação escolhida – sendo que 39,2% cumpriam a função aprendida no curso e 32,7% trabalhavam em áreas relacionadas. Além disso, 38,4% dos entrevistados afirmaram ter continuado a estudar após a formação técnica. Destes, mais da metade (54,3%) disseram estar cursando o ensino superior.
Outro estudo, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação, indica números semelhantes: dentre os alunos de nível médio que estudaram nas escolas técnicas federais entre 2003 e 2007, 72% estavam empregados – sendo 65% dos quais na área de formação escolhida.
José Paulo Lacerda/SenaiProfissionais que fazem cursos técnicos têm 38% a mais de chance de obter emprego Ampliar
  • Profissionais que fazem cursos técnicos têm 38% a mais de chance de obter emprego
A mesma pesquisa demonstra que os cursos técnicos oferecidos pelo governo federal cumprem o objetivo de se adequar à realidade socieconômica de cada região do País: 74% dos entrevistados declararam ter arrumado emprego a, no máximo, 50 quilômetros de distância da cidade onde fizeram o curso.
Já a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e do Instituto Votorantim, realizada em 2010, informa que profissionais que fazem cursos técnicos têm 38% a mais de chance de obter emprego com carteira assinada. O mesmo estudo revela também que, na média, pessoas com formação técnica ganham 12,94% a mais dos que não a possuem.
Do ponto de vista das empresas, a mão de obra formada em cursos técnicos e profissionais é bastante elogiada e cobiçada. Levantamento preparado pelo Senai do Rio de Janeiro em 2008 mostra que 93,7% dos empregadores classificaram como bom ou ótimo o trabalho realizado pelos formados na instituição.
O estudo conclui que “os egressos do Senai-RJ não só estão mais bem colocados no mercado de trabalho, como também mais preparados e com maiores chances de concorrer a um emprego formal após a qualificação profissional realizada.”
A mineradora brasileira Vale, que emprega em 28 países 150 mil pessoas – dos quais 60% são de nível técnico – considera a formação profissional fundamental para o desenvolvimento do Brasil.
“Hoje há uma valorização muito grande do ensino superior”, diz Ana Albertim, gerente de educação da Universidade Corporativa da Vale. “Mas o ensino técnico é tão importante quanto o superior.”
A executiva afirma ainda que a demanda por esse tipo de profissional é crescente no País e que a escassez de mão de obra qualificada leva o mercado a pagar altos salários para o pessoal técnico. “Em alguma situações, ganha-se mais do que se a pessoa tivesse formação superior.”
O microempresário Vebert Marcelo Araújo, de 43 anos, diz que deve todas as suas conquistas profissionais aos cursos técnicos que fez quando jovem. Ele cursou Especialização em Eletrônica Industrial e Reparação de Circuitos Eletrônicos no Senai no final do ciclo básico e, depois, ingressou no ensino médio do Colégio Técnico Paralelo, em São Paulo. Arrumou emprego na indústria ainda quando estudava e não parou mais de evoluir na carreira.
Araújo também cursou enganharia em Mogi das Cruzes (SP) e, há oito anos, largou o emprego para abrir sua própria empresa de automação bancária. Hoje, além de gerir o próprio negócio, dá aulas de eletrônica na Escola Técnica Sequencial, em São Paulo. “Minha carreira foi muito estável, nunca fiquei desempregado graças à minha qualificação”, explica. “Vale muito a pena fazer curso técnico. Principalmente num momento como o que estamos vivendo, em que há muita demanda de mão de obra qualificada por parte das empresas.”
Para saber mais sobre investimentos em negócios próprios, leia o site especial Empreendedor.
Fontes:


domingo, 29 de maio de 2011

ALGUMAS DICAS SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIOS – LEI nº 11.788

ALGUMAS DICAS SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIOS – LEI nº 11.788

Inovações e Adequações [Image]
A atualização da Lei de Estágio, sancionada em 25 de setembro de 2008,

A nova redação oferece mais segurança

jurídica para as empresas, regras mais claras para as instituições de

ensino e, sobretudo, melhores condições para o estudante


ANTES:
Alunos devidamente matriculados e freqüentando as salas de aula

dos cursos superior, técnico e do ensino médio e, de educação

profissional.
DEPOIS:
Alunos devidamente matriculados e freqüentando as salas de aulas

dos cursos superior, técnico, médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental. Estudantes estrangeiros regularmente matriculados em cursos superiores no País, autorizados e reconhecidos, observado o

prazo do visto temporário do estudante, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos..

ANTES:
• Ensino Médio: 04 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas

semanais.

• Técnico: 06 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais.

• Superior: a Lei não definia horário.

DEPOIS:
• Estudantes de Educação Especial e dos anos finais do Ensino

Fundamental: 04 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas

semanais.

• Estudantes do Ensino Superior, Técnico e de Ensino Médio: 06
(seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais.


ANTES:
Não havia limites na quantidade de estagiários nas Empresas.


DEPOIS:
Na contratação de estudantes do Ensino Médio:

• de 1 a 5 empregados: 1 estagiário

• de 6 a 10 empregados: até 2 estagiários

• de 11 a 25 empregados: até 5 estagiários

• acima de 25 empregados: até 20% de estagiários por casa (filial)

Obs. Quando o cálculo do percentual resultar em fração, poderá ser

arredondado para o número inteiro imediatamente superior.

Na contratação de estudantes de Graduação e Médio Profissional,

não há limite de estagiários.

Para as pessoas fica assegurado o

equivalente a 10% das vagas oferecidas pelas empresas.

portadoras de deficiência

– Somente algumas dicas, cartilha completa no site: http://www.estagioresponsavel.org.br/


 

sábado, 30 de abril de 2011

Teste Psicotécnico no Dia da Entrevista

Teste Psicotécnico no Dia da Entrevista: os entrevistadores cavam fundo para saber quem você realmente é Por David G. Jensen* Fonte: <a href="http://www.universia.com.br/">http://www.universia.com.br/</a>

Há vinte anos tive a pior entrevista de trabalho de minha vida. Foi a primeira vez que me vi frente a frente com o que hoje é chamado de "teste psicotécnico", uma prática cada vez mais usada pelas empresas que entrevistam. Os empregadores de hoje em dia querem ter o máximo de segurança possível antes de se arriscarem a fazer uma proposta. Mesmo que seu perfil se encaixe perfeitamente nas qualificações exigidas, muitas empresas acreditam que não te conhecem de verdade enquanto você não passar numa bateria de testes que procuram por características de personalidade e/ou que predigam dificuldades interpessoais. Alguns destes testes até tentam medir a capacidade de sanar problemas e determinar se você tem potencial para supervisionar os outros. As empresas que usam estas ferramentas de entrevista têm por filosofia que você não é o conteúdo de seu currículo ou biografia; acreditam que a lista de habilidades no laboratório e de técnicas não reflete de fato quem você realmente é. Minha experiência com o teste psicotécnico. Acontece que eu havia marcado uma entrevista em uma firma onde um amigo meu tinha um cargo chave e ele me assegurou que eu era um encaixe perfeito para a vaga. Eu realmente fiz o trabalho de sondagem, pesquisando a empresa e me preparando para a entrevista. Por isso fiquei tão surpreso quando o gerente responsável pela contratação interrompeu nossas várias reuniões particulares para dizer que eu tinha uma reunião marcada com o "consultor psicológico" da empresa. De repente fui levado do escritório em um táxi para o consultório deste consultor. Todos me asseguraram que a medida era só porque a empresa estava muito interessada em mim. O consultor me disse que a empresa queria assegurar um casamento perfeito com sua conduta interna. Para isso, ele havia desenvolvido uma série de testes que ajudariam a empresa a determinar se havia um encaixe. Lembro-me de sentar com uma pilha de formulários, alguns lápis número 2, e mau humorado. Tudo ia muito bem até que ele começou a me mostrar aqueles cartões com figuras e fazer associação de palavras. "Muito estranho", pensei. Nesta hora, apesar de não estar tomando uma decisão consciente, acredito que desisti da entrevista. Desnecessário dizer que não recebi uma proposta de trabalho. Será que meu amigo não deveria ter me alertado sobre o uso do teste psicotécnico na empresa? Queria que tivesse, mas na verdade, não poderia ter feito nada com aquela informação. Não tem como se preparar para este tipo de teste com a pesquisa preliminar sobre a entrevista. Entretanto, se familiarizar com os tipos de perguntas usadas nos testes psicotécnicos pode com certeza te deixar mais à vontade quando te jogam abruptamente no processo, com lápis na mão. O mais importante é saber que estes tipos de entrevistas existem, e ter uma mente aberta com relação a estes testes fará com que você não fique tão chocado como eu quando se deparar com eles. Conselho de mestre Philip Carter é co-autor de um ótimo livro da editora Wiley, More Psychometric Testing*1; (Mais Testes Psicotécnicos) ele e Ken Russell também escreveram o lançamento original de 2001 desta série chamado Psychometric Testing: 1000 Ways to Assess Your Personality, Creativity, Intelligence and Lateral Thinking (Teste Psicotécnico: Mil Maneiras de Ter Acesso à sua Personalidade, Criatividade, Inteligência e Pensamento Lateral). Carter jura sobre o valor destes testes para o empregador, e por ocasião de minha entrevista com ele, ofereceu aos leitores algumas dicas excelentes sobre como lidar com o processo de teste durante as entrevistas. "É importante que seus leitores entendam o custo de contratação", iniciou Carter. "Existe uma enorme despesa com o recrutamento e o estágio inicial de contratação. Qualquer coisa que o empregador possa fazer para assegurar que o encaixe seja bom, geralmente vale a pena ser feito". Pessoalmente, o que, aliás, disse em minha conversa com o Carter, acho que mesmo sendo uma vantagem para o empregador reduzir os riscos desta forma, ainda não consigo entender porque preciso falar de meu medo de engarrafamentos (veja a barra lateral). Disse a ele que estes testes passam dos limites ao recolherem informações pessoais desnecessárias que muitas pessoas consideram ofensivas, como eu mesmo achei. O processo não deve ser encarado negativamente. Os candidatos devem ver pelo lado positivo de que esta forma de avaliação os dá a oportunidade de mostrar ao empregador que são o melhor candidato ao cargo", avisou Carter. "Além disso, uma organização não vai se basear exclusivamente nos resultados do teste de um indivíduo para se decidir. O teste psicotécnico faz parte do processo de seleção, e não substitui a entrevista. Funciona melhor quando é junto com uma meticulosa entrevista particular. As Perguntas que Surgem Recolhidas de variadas fontes, eis algumas perguntas que podem ser feitas durante os testes psicotécnicos administrados pelos empregadores para identificar traços da personalidade ou a criatividade em seus candidatos. Do "Como Você Funciona Quando Está Sob Situações de Estresse..." O quanto te importa ser bem-sucedido? a) Bastante importante b) Muito importante c) Não é algo no qual penso muito Trabalhar com prazos de entrega te dá uma onda? a) Não, mas trabalhar com prazos de entrega é um mal necessário que a maioria de nós tem que encarar b) Não. Acho que trabalhar com prazos de entrega é muito preocupante e prefiro estabelecer meu próprio ritmo c) Sim, acredito que opero bem sob estresse Você está preso num engarrafamento. Qual seria sua reação mais provável? a) Raiva b) Frustração c) Tédio Do "Requisitando o que Você Quer" Marque com o no. 1 a afirmação que mais se parece com você, e gradue até o no. 4 a que menos se parece com você: a) Procuro passar a correta expressão corporal sempre que peço alguma coisa b) Quando peço algo tenho quer ser claro em minha solicitação e ser firme c) Se esperar a hora certa para pedir você pode acabar esperando para sempre d) Acho que é bom esperar a hora certa para perguntar Do "Você Possui o Segredo do Sucesso?"Numa escala de 1 a 5 escolha o item que mais se aplica a você. Use apenas um número para cada um (5 que mais se aplica, 1 que menos se aplica, etc.): a) Posso ser impiedoso para conseguir o que quero 5 4 3 2 1 b) É fácil concentrar minha atenção numa única coisa por períodos bem longos 5 4 3 2 1 c) A perfeição é um ideal impossível 5 4 3 2 1 d) Estaria preparado para desistir de um de meus hobbies preferidos, mesmo que o ame de paixão, em troca de sucesso na carreira que escolhi 5 4 3 2 1 Com o correr do mês, um diretor de departamento numa grande universidade me falou de dois estudantes de pós-doc, com as mesmas qualificações, que haviam feito entrevista numa das melhores e maiores empresas de software dos Estados Unidos. Estes dois novos Ph.D.s receberam um grande quebra-cabeça geométrico com um incontável número de peças, e os pediram que o montasse em 10 minutos. Foi cronometrado e o estresse era enorme. Um destes novos Ph.D.s disse que suava em cima da mesa e que ele progrediu muito pouco na montagem. Não lhe ofereceram o cargo. O outro Ph.D. recebeu uma oferta e hoje trabalha para a empresa. Mas ele também não montou o quebra-cabeça. Este Ph.D. bem sucedido estudou o problema com a mesma abordagem analítica que dedicava à sua ciência. Passou uns minutos olhando para o quebra-cabeça sob vários ângulos e então o colocou à sua frente. Disse ao entrevistador que poderia montá-lo, mas que levaria mais ou menos uma hora. Então começou a falar àquela pessoa, sobre o processo de raciocínio que usaria para montá-lo. Acontece que isto era tudo o que eles queriam saber. Porque não é possível se preparar para testes psicotécnicos Perguntei a Carter se não havia uma maneira rápida de se preparar para o teste, e assim assegurar um melhor resultado. Afinal, muitos de nossos leitores estão acostumados a estudar para as provas. Não existe uma forma de fazer isso para os testes da entrevista? "Em todas as ocasiões os candidatos precisam seguir as instruções e ser completamente sincero nas respostas", ele avisou. "Preparar-se rapidamente para um teste implicaria na existência de uma única resposta correta para estas perguntas. Geralmente este não é o caso. Quando se deparar com um questionário sobre personalidade, é importante responder sinceramente às perguntas, porque uma tentativa de adivinhar a resposta que seu empregador quer ouvir tem toda chance de ser descoberta. Quando os testes forem analisados sua manipulação certamente virá à tona. Da forma como Carter prosseguiu descrevendo como muitos testes se protegem de manipulação ao perguntar a mesma coisa mais de uma vez, de formas diferentes, percebi que provavelmente foi por isso que não consegui aquela oferta de trabalho há muitos anos atrás. Queria tanto aquele emprego que a cada pergunta, tentava determinar aonde o empregador queria chegar. Na verdade o segredo do teste psicotécnico é que a pessoa que responde às perguntas sinceramente tem chances muito melhores de conseguir o emprego, do que os espertinhos que acham que podem ludibriar o teste! Conclusão - Uma forma vasta e abrangente de testar Como você pode ver pela barra lateral, numa série de exemplos retirados do More Psychometric Testing, estes testes têm um escopo tão abrangente que realmente não existe um denominador comum. Alguns são testes de personalidade, outros são relacionados à matemática e aos números, e outros são tentativas de medir sua criatividade. São tão variados quanto os tipos de empregadores que os usam. Portanto, e acima de tudo, caso se depare com algum tipo de teste psicotécnico em sua próxima entrevista, saberá que deve responder às perguntas da forma mais sincera possível e evitar a tentação de raciocinar como seu entrevistador. Não é hora de ser criativo. Ao contrário de muita criatividade, dessa vez ela não te fará receber uma proposta de trabalho. *1 Philip Carter e Ken Russell, More Psychometric Testing (Wiley, West Sussex, Reino Unido, 2003). O autor Philip Carter tem uma home page pessoal interessante, com uma variedade de testes de Q.I. e de personalidade.

*David G. Jensen é escritor e orador especializado em carreiras profissionais no mundo todo é o fundador e diretor da CareerTrax Inc., uma empresa de consultoria em biotecnologia e farmacêutica localizada em Sedona, no estado norte-americano do Arizona.
* Traduzido por Karen Shishiptorova

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

DENGUE - EVITE FOCOS DO MOSQUITO

DENGUE - EVITE FOCOS DO MOSQUITO
CALHAS E LAJES
Devem ficar limpas e sem prontos de acúmulo de água. Folhas secas precisam ser retiradas para q a água não fique retida.
CAIXAS D’ADUGA
Devem ficar vedadas. Não devem ser cobertas por plástico ou calha porque esses materiais podem acumular água.
EM CASA
Recomenda-se verificar uma vez por semana e bombardear caso haja acúmulo de água.
FOSSOS DE ELEVADORES
Recomenda-se verificar uma vez por semana e bombear caso haja Acúmulo de água.
EM CASA
A tampa dos vasos sanitários deve ficar fechada. Em banheiros pouco usados, devem-se dar descarga pelo menos uma vez por semana. As bandejas de ar condicionado e da geladeira também devem ser verificadas: alguns modelos acumulam água que podem servir como foco do mosquito transmissor da dengue e pratos de plantas deve conter terra e não acumular água.

Doença: Anemia Falciforme

Doença: Anemia Falciforme
Recebi está nota do Ministério da Saude como comentário a uma notícia postada anteriormente, mas achei importante colocar aqui de uma forma mais direta, pois nem todo mundo lê os comentário.

Vale a pena entrar no link indicado pelo ministério da saude e ter mais esclarecimentos sobre a doença.

Você sabia que a Doença Falciforme é uma doença hereditária e que foi diagnosticada pela primeira vez há 100 anos? A anemia crônica e crises dolorosas em ossos, músculos e articulações podem ser um sinal da existência dessa doença, diagnosticada pelo Teste do Pezinho ou por exames de sangue. A descoberta do diagnóstico da Doença Falciforme começou há um século. A sua pode começar agora. Saiba mais em: http://bit.ly/9CJMlV

Para mais informações:
comunicacao@saude.gov.br
www.formspring.me/minsaude

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

FELIZ 2011

Bem, começo de ano.
E minha pergunta sempre é: Como começar o ano?
Diria que do começo, diria mais, do recomeço, pois a vida é um eterno recomeço.
Não conheço uma pessoa se quer que diga que nunca precisou recomeçar!
Estamos sempre aprendendo com um e com outro além das nossas próprias atitudes.
Pensei em colocar um texto aqui, porém decidi colocar o vídeo e escrever algo que realmente estivesse sentido e o vídeo fosse um complemento em sua vida, para ser mais exata, um recomeço de vida.
Todo ano que inicia junto com ele trazemos expectativas de algo melhor em nossas vidas, porém o melhor da vida esta dentro do nosso intimo e se não colocarmos o que temos de melhor pra fora do nosso ser tudo fica velho e as energias não se renovam.
Por isso quero te dar de presente este vídeo. Ele me foi dado de presente por uma pessoa que é importante pra mim e que talvez ele nem saiba o quanto eu me importo com ele.
Mas o mais legal disso tudo não é receber e guardar, mas sim, receber e compartilhar com quem ainda não ganhou e já que não ganhou, não pode distribuir.
Por esse motivo dou-te de presente pra que você possa levar consigo para 2011 e doar pra quem não tem.
Espero que tenha conseguido te presentear para vida toda.
FELIZ 2011 A TODOS!
Não deixem de ver o vídeo, fará bem a sua alma.

Marcia Melo

domingo, 5 de dezembro de 2010

Brasil busca projetos para redução dos resíduos eletrônicos


 
O indiscutível progresso que a eletrônica e informática trouxeram para a humanidade não esconde um outro fato igualmente patente: os avanços tecnológicos colocaram desafios importantes à sociedade, entre os quais a necessidade de ações e de políticas para garantir a destinação adequada dos resíduos eletrônicos ao fim de sua vida útil.
Com a rapidez da evolução e do aperfeiçoamento dos produtos, computadores e celulares, por exemplo, tornam-se obsoletos e são abandonados continuamente. Esses equipamentos, descartados em lixões, oferecem risco para a saúde humana e para o meio ambiente devido à utilização em sua fabricação de metais pesados e outros elementos e compostos tóxicos, incluindo o chumbo e o mercúrio.
Aproveitamento do lixo eletrônico
No Brasil, iniciativas isoladas buscam minimizar o problema. Uma das soluções para mudar essa realidade partiu do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP). A unidade inaugurou, recentemente, um centro de aproveitamento de lixo eletrônico (Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática - Cedir) na Cidade Universitária. Para isso, um galpão de 400 m² foi adaptado para carga e descarga, depósito para categorização, triagem, destinação e adequação do material.
Entre os parceiros da USP está o Laboratório de Sustentabilidade do Massachusetts Institute Of Technology (MIT), dos Estados Unidos. Além da coleta dos resíduos, a ação resultou na aquisição de micros verdes, como são apelidados os PCs (computadores) fabricados sem chumbo e outros metais pesados; e a criação do selo verde, com certificação própria para identificar máquinas com material e funcionamento ambientalmente adequados.
Reciclagem x Inclusão social
Outra iniciativa de reciclagem de lixo eletrônico foi implantada pelo governo Federal a partir de 2004. O Projeto Computadores para Inclusão (Projeto CI) consiste numa rede nacional de reaproveitamento de equipamentos de informática, formação profissional e inclusão digital. Aparelhos descartados por órgãos do governo, empresas e pessoas físicas são recuperados nesses centros e doados a telecentros, escolas e bibliotecas de todo o País.
O projeto é coordenado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, que estabelece parcerias locais para a manutenção e funcionamento das unidades de recondicionamento. Já foram implantados centros nas cidades de Porto Alegre (RS), Guarulhos (SP), Belo Horizonte (MG) e Gama (DF).
Ainda na Capital Federal, a Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) investiu no Projeto de Transferência de Tecnologia e Montagem de Computadores e Sistemas de Rede para Inclusão Social. A ação consistiu na capacitação de cerca de 400 pessoas da periferia, entre estudantes e desempregados, na cidade de Planaltina, a 38 km de Brasília. O grupo participou de um curso de manutenção e montagem de computadores e passou a recuperar equipamentos doados por instituições públicas e universidades. O trabalho foi realizado em parceria com o Instituto Novas Fronteiras da Cooperação (INSC), entidade com atuação na área social.
Projeto ambiental para o setor de eletroeletrônicos
O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI/MCT), em Campinas (SP), trabalha agora na estruturação e articulação de um novo projeto ambiental para o setor de eletroeletrônicos.
A proposta do intitulado Ambientronic é atuar em três frentes: apoio aos fabricantes na adequação de produtos, promoção do ecodesign e análise do ciclo de vida nas indústrias, e estímulo às indústrias de reciclagem para se adequarem às práticas internacionais.
"A grande questão é promover inovação com sustentabilidade. Como fazer uma coisa economicamente viável e socialmente interessante sem agredir o meio ambiente. Nesse ponto, podemos ajudar e dar suporte às empresas para que possam se adequar e elaborar produtos mais fáceis de reciclar", ressalta o chefe da Divisão de Qualificação e Análise de Produtos Eletrônicos do CTI/MCT, Marcos Pimentel.
Ele cita ainda como exemplo políticas adotadas na Europa e no Japão, em que a responsabilidade pelo recolhimento é geralmente do fabricante ou de quem colocou o produto no mercado.
"Mas isso também tem custos; nos países ricos quem acaba pagando é o consumidor ou, de alguma maneira, a indústria. É uma questão relativamente complexa no aspecto da logística, porque o lixo eletrônico não é um resíduo normal, é perigoso e contém elementos tóxicos. É preciso saber quem fará esse recolhimento, como descartar e dar o destino correto. Todos esses aspectos estão em discussão entre governo, academia, empresas e recicladores", conclui.

sábado, 4 de dezembro de 2010











Graças a certos aparelhinhos que funcionam como acessórios inteligentes, pode-se economizar nas contas sem que isso resulte em mudanças drásticas nos hábitos da família. Eles cumprem a função de diminuir os gastos desnecessários. Com a ajuda de especialistas, VEJA selecionou seis produtos eficientes para seu bolso a longo prazo, para a conservação do planeta e, não menos relevante, para a manutenção das suas cordas vocais.


INTERRUPTORES QUE REGULAM INTENSIDADE DE LUZ

O que fazem: também chamados de dimmers, esses interruptores permitem ao morador controlar a intensidade de luminosidade da lâmpada. A diminuição em 20% da intensidade de luz é quase imperceptível ao olho humano e já resulta em economia.


Economia: "Manter a lâmpada acesa com 80% de sua capacidade reduz em 30% os gastos com iluminação e pode dobrar o tempo de vida útil da lâmpada", diz o engenheiro elétrico Pedro Braida Neto Redução na conta mensal com seis lâmpadas reguladas por dimmer: 9 reais.


Preço: a partir de 30 reais.



FILTRO DE LINHA ELÉTRICA


O que faz: ao ser conectado via USB ao computador, o filtro corta o fornecimento de energia aos equipamentos eletrônicos periféricos, como impressora, caixas de som e monitor, assim que o computador é desligado.



Economia: o aparelho evita que os acessórios consumam 9,2 kWh por mês quando ligados ininterruptamente em modo stand by Redução na conta mensal: 4 reais, considerando o uso de duas horas por dia do computador e demais acessórios.


Preço: 29,10 dólares (na Amazon).


REGULADOR DE VAZÃO DO CHUVEIRO


O que faz: o registro permite que a pessoa controle a intensidade do jato da ducha (não tem a ver com a regulagem obtida com as torneiras).



Economia: um chuveiro convencional gasta, em média, 20 litros por minuto. Com o regulador, esse volume pode ser ajustado para um fluxo de 8, 14 e 16 litros, sem que seu banho se torne menos agradável Redução na conta mensal: de 27 a 34 reais.



Preço: de 75 a 90 reais.



AREJADOR DE TORNEIRAS


O que faz: mistura ar à água, causando a sensação de maior volume. Com o arejador, o jato de água sai da torneira em forma de "chuveirinho".



Economia: entre 57% e 76%. Enquanto uma torneira convencional usa de 14 a 25 litros de água por minuto, com o arejador o consumo cai para 6 litros Redução na conta mensal: de 22 a 30 reais


Preço: de 28 a 35 reais



VÁLVULA DE DESCARGA COM ACIONAMENTO DUPLO


O que faz: as válvulas mais modernas têm duas teclas de acionamento. A destinada à remoção de resíduos sólidos usa 6 litros de água por descarga; a de resíduos líquidos, apenas 3.


Economia: como um equipamento convencional usa de 10 a 12 litros de água por descarga, a substituição causa uma economia de 40% a 50% no fim do mês Redução na conta mensal: de 9 a 11 reais.


Preço: de 85 a 171 reais (válvula); de 250 a 2 600 reais (bacia com caixa acoplada).


FILTRO DE LINHA ELÉTRICA COM SENSOR DE PRESENÇA

O que faz: um sensor eletrônico bloqueia a energia de até seis aparelhos em stand by ao detectar a ausência de movimento no ambiente. O período para que os equipamentos sejam automaticamente desligados pode ser regulado entre trinta segundos e trinta minutos.

Economia: o filtro pode representar um corte de 5% na conta de luz, considerando o consumo médio de 157 kWh por mês das residências brasileiras, segundo o Ministério de Minas e Energia Redução na conta mensal: 4 reais, prevendo-se o uso de duas horas por dia do computador, som, TV e demais acessórios.


Preço: 91,25 dólares (no site energyfederation.org).


VEJA TAMBÉM:

Ecológico e econômico: O modelo W+W integra cuba de pia e vaso sanitário em uma única peça. A criação dos designers italianos Gabriele e Oscar Buratti reduz o desperdício de água - porque a água usada para lavar as mãos é aproveitada para dar descarga.


Como funciona: toda a água utilizada no lavatório escorre para a caixa de descarga. A válvula tem duas teclas de acionamento: uma para 3 (resíduos líquidos) e outra para 6 litros (resíduos sólidos) .


Preço: 14 000 reais.


*Outras fontes consultadas: os engenheiros Paulo Costa, diretor comercial da consultoria H2C, e Paulo Milano, diretor da Siclo Consultoria; o administrador Ronaldo Gonçalves, da Sabesp; Eletropaulo; Eletrobras; Agência Nacional de Energia Elétrica; a loja de materiais de construção C&C; e as empresas Schneider Electric, Legrand, Deca, Docol, Draco, Roca e Z Wave.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/economia-energia-ajuda-financeira-planeta-melhor-veja-603053.shtml

domingo, 28 de novembro de 2010

Quem é voce secretária?

É a profissional que vai assessorar outros profissionais em diversos serviços administrativos. Ela tem com uma de suas funções, criar uma infra-estrutura para apoio de seu gerente, chefe e/ou superiores, possam desenvolver suas tarefas diárias da melhor forma possível.

Suas características básicas:
Precisa constantemente se reciclar para o bom desempenho de suas funções, ter paciência, ser idônea, ter discernimento, ter iniciativa, decisão, organização e principalmente ética profissional.
Se você reúne todas essas características poderá ser um profissional eficiente.
Antes da globalização suas funções se resumiam em de assistentes ou auxiliares, para atender telefone, organizavam arquivos, cuidar de agendas e tal. Porém novos conceitos corporativos foram agregados a esta profissão, como secretária seja ela executiva ou não, tem um papel de liderança abaixo do seu superior. Ela participa de reuniões, organiza a vida profissional do executivo, diretor ou gerente, faz contato com clientes e posso dizer que tem que dominar os assuntos comerciais tanto quanto seu superior quem sabe até mais que ele.

QUEM PRECISA SABER MAIS O EXECUTIVO OU A SECRETÁRIA? Uma boa secretária precisa ser multifuncional, que tem o poder de executar tarefas diversas e conhecer todos os setores internos da empresa, garantindo um bom desempenho em suas funções, pois lhe dará o credito de conhecer a empresa e seus setores. Um executivo e sua secretária, formam uma dupla no trabalho. Em alguns países da Europa e da América do Norte o treinamento desta dupla e junto, para o desenvolvimento e planejamento empresarial. Com essa evolução de pensamento executivo em empresas de grande porte, a função de secretária vem cada vez mais se destacando, se fazendo necessário treinamento nas áreas de trabalho comuns com o executivo. Mas se sua empresa ainda não aderiu estes novos moldes executivos, busque treinamento e reciclagem fora, caso ainda não esteja ativa no mercado, procure se atualizar ao máximo se preparando para competir no mercado de trabalho, pois sendo a secretária a pessoa de ligação direta ao superior da empresa, naturalmente deverá obter um grande conhecimento do trabalho desempenhado pelo executivo, dará uma enorme base e saberá delegar tarefas caso haja um novo planejamento ou implantação e execução de novas idéias.