quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Reciclagem Ideal

 







Reciclagem Ideal - tampa do frasco plástico. Esta é uma ótima idéia para compartilhar. Bom para nós e para o meio ambiente também. Então, muito melhor do que usar um twist-tie. Incisão direita do corte no pescoço. (A foto mostra uma tesoura. Usei um cortador de caixa).
Coloque a parte do plástico aberto através do gargalo da garrafa que você acabou de cortar. Arrume o plástico dentro do gargalo vire para baixo e ponha a tampa.
Melhor do que os clipes de plástico que você tem que comprar

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Boas Festa!

Boas Festas!
Quero agradecer a todos os visitantes do blog Antenada&Reciclada, apesar do contratempo da mudança de endereço do blog, não deixaram de comparecer.
Que o ano de 2011 venha carregado de boas vibrações e mais pessoas abracem junto comigo a causa de ajudar ao nosso planeta ser mais lindo, limpo e sustentável.


Esta é minha homenagem e votos de felicidades a todos!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Greenpeace

Greenpeace lista grandes iniciativas http://planetasustentavel.abril.com.br
Uma série de dados que mostram o avanço da energia renovável no mundo. Vamos aos fatos.. A China construi uma torre eólica por hora em 2009.. Em 9 de novemnro de 2009, a Espanha passou a gerar mais de metade de sua demanda energética com vento. . Há um projeto em curso para se obter um sexto da eletricidade da Europa de energia solar no Saara.. A Price Waterhouse Cooper diz que Europa e Norte da África podem ter energia 100% renovável até 2050. . A empresa Concentrated Solar Power pode empregar 200.000 pessoas até 2020, e 2.1 milhões até 2050.. A energia eólica ultrapassou o carvão como o terceiro maior produtor de energia na Espanha em 2009.. O mercado atual de energia renovável aumentará dos cerca de U$ 100 bilhões de hoje para U$ 600 bilhões em 2030.. A energia solar funciona agora de noite em escala comercial. Uma planta na Espanha tem capacidade de armazenar calor por sete horas. . A crise financeira global não brecou o mercado de energia eólica nos EUA - ele cresceu 39% em 2009. . A China se tornou o mais investidor em energia limpa em 2009, com U$ 16 bilhões a mais que os EUA. . A energia geotérmica responde por mais de 20% das necessidades de energia da Nova Zelândia. . O fornecimento de energia da Islândia passou de 75% de carvão importado para 80% de energia geotérmica e hidroelétrica em 30 anos. . No espaço de cinco anos, a grade de energia de Portugal passou de 15% para 45% de renováveis. . Os subsídios para combustíveis fósseis em todo o mundo ultrapassam os de energia renovável em uma razão de 12 para 1.

Reciclagem Interessante

RECICLAGEM INTERESSANTE PARA FECHAR SAQUINHOS DE MANTIMENTOS

Reciclagem Idea - tampa do frasco plásticoEsta é uma ótima idéia para compartilhar. Bom para nós e para o meio ambiente também. Então, muito melhor do que usar um twist-tie.Incisão direita do corte no pescoço. (A foto mostra uma tesoura. Usei um cortador de caixa).
Coloque a parte do plástico aberto através do gargalo da garrafa que você acabou de cortar.Arrume o plastico dentro do gargalo vire para baixo e ponha a tampa.
Melhor do que os clipes de plástico que você tem que comprar.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Brasil busca projetos para redução dos resíduos eletrônicos


 
O indiscutível progresso que a eletrônica e informática trouxeram para a humanidade não esconde um outro fato igualmente patente: os avanços tecnológicos colocaram desafios importantes à sociedade, entre os quais a necessidade de ações e de políticas para garantir a destinação adequada dos resíduos eletrônicos ao fim de sua vida útil.
Com a rapidez da evolução e do aperfeiçoamento dos produtos, computadores e celulares, por exemplo, tornam-se obsoletos e são abandonados continuamente. Esses equipamentos, descartados em lixões, oferecem risco para a saúde humana e para o meio ambiente devido à utilização em sua fabricação de metais pesados e outros elementos e compostos tóxicos, incluindo o chumbo e o mercúrio.
Aproveitamento do lixo eletrônico
No Brasil, iniciativas isoladas buscam minimizar o problema. Uma das soluções para mudar essa realidade partiu do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP). A unidade inaugurou, recentemente, um centro de aproveitamento de lixo eletrônico (Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática - Cedir) na Cidade Universitária. Para isso, um galpão de 400 m² foi adaptado para carga e descarga, depósito para categorização, triagem, destinação e adequação do material.
Entre os parceiros da USP está o Laboratório de Sustentabilidade do Massachusetts Institute Of Technology (MIT), dos Estados Unidos. Além da coleta dos resíduos, a ação resultou na aquisição de micros verdes, como são apelidados os PCs (computadores) fabricados sem chumbo e outros metais pesados; e a criação do selo verde, com certificação própria para identificar máquinas com material e funcionamento ambientalmente adequados.
Reciclagem x Inclusão social
Outra iniciativa de reciclagem de lixo eletrônico foi implantada pelo governo Federal a partir de 2004. O Projeto Computadores para Inclusão (Projeto CI) consiste numa rede nacional de reaproveitamento de equipamentos de informática, formação profissional e inclusão digital. Aparelhos descartados por órgãos do governo, empresas e pessoas físicas são recuperados nesses centros e doados a telecentros, escolas e bibliotecas de todo o País.
O projeto é coordenado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, que estabelece parcerias locais para a manutenção e funcionamento das unidades de recondicionamento. Já foram implantados centros nas cidades de Porto Alegre (RS), Guarulhos (SP), Belo Horizonte (MG) e Gama (DF).
Ainda na Capital Federal, a Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) investiu no Projeto de Transferência de Tecnologia e Montagem de Computadores e Sistemas de Rede para Inclusão Social. A ação consistiu na capacitação de cerca de 400 pessoas da periferia, entre estudantes e desempregados, na cidade de Planaltina, a 38 km de Brasília. O grupo participou de um curso de manutenção e montagem de computadores e passou a recuperar equipamentos doados por instituições públicas e universidades. O trabalho foi realizado em parceria com o Instituto Novas Fronteiras da Cooperação (INSC), entidade com atuação na área social.
Projeto ambiental para o setor de eletroeletrônicos
O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI/MCT), em Campinas (SP), trabalha agora na estruturação e articulação de um novo projeto ambiental para o setor de eletroeletrônicos.
A proposta do intitulado Ambientronic é atuar em três frentes: apoio aos fabricantes na adequação de produtos, promoção do ecodesign e análise do ciclo de vida nas indústrias, e estímulo às indústrias de reciclagem para se adequarem às práticas internacionais.
"A grande questão é promover inovação com sustentabilidade. Como fazer uma coisa economicamente viável e socialmente interessante sem agredir o meio ambiente. Nesse ponto, podemos ajudar e dar suporte às empresas para que possam se adequar e elaborar produtos mais fáceis de reciclar", ressalta o chefe da Divisão de Qualificação e Análise de Produtos Eletrônicos do CTI/MCT, Marcos Pimentel.
Ele cita ainda como exemplo políticas adotadas na Europa e no Japão, em que a responsabilidade pelo recolhimento é geralmente do fabricante ou de quem colocou o produto no mercado.
"Mas isso também tem custos; nos países ricos quem acaba pagando é o consumidor ou, de alguma maneira, a indústria. É uma questão relativamente complexa no aspecto da logística, porque o lixo eletrônico não é um resíduo normal, é perigoso e contém elementos tóxicos. É preciso saber quem fará esse recolhimento, como descartar e dar o destino correto. Todos esses aspectos estão em discussão entre governo, academia, empresas e recicladores", conclui.

Brasil busca projetos para redução dos resíduos eletrônicos

                                                    









Obsolescência acelerada
O indiscutível progresso que a eletrônica e informática trouxeram para a humanidade não esconde um outro fato igualmente patente: os avanços tecnológicos colocaram desafios importantes à sociedade, entre os quais a necessidade de ações e de políticas para garantir a destinação adequada dos resíduos eletrônicos ao fim de sua vida útil.
Com a rapidez da evolução e do aperfeiçoamento dos produtos, computadores e celulares, por exemplo, tornam-se obsoletos e são abandonados continuamente. Esses equipamentos, descartados em lixões, oferecem risco para a saúde humana e para o meio ambiente devido à utilização em sua fabricação de metais pesados e outros elementos e compostos tóxicos, incluindo o chumbo e o mercúrio.
Aproveitamento do lixo eletrônico
No Brasil, iniciativas isoladas buscam minimizar o problema. Uma das soluções para mudar essa realidade partiu do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP). A unidade inaugurou, recentemente, um centro de aproveitamento de lixo eletrônico (Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática - Cedir) na Cidade Universitária. Para isso, um galpão de 400 m² foi adaptado para carga e descarga, depósito para categorização, triagem, destinação e adequação do material.
Entre os parceiros da USP está o Laboratório de Sustentabilidade do Massachusetts Institute Of Technology (MIT), dos Estados Unidos. Além da coleta dos resíduos, a ação resultou na aquisição de micros verdes, como são apelidados os PCs (computadores) fabricados sem chumbo e outros metais pesados; e a criação do selo verde, com certificação própria para identificar máquinas com material e funcionamento ambientalmente adequados.
Reciclagem x Inclusão social
Outra iniciativa de reciclagem de lixo eletrônico foi implantada pelo governo Federal a partir de 2004. O Projeto Computadores para Inclusão (Projeto CI) consiste numa rede nacional de reaproveitamento de equipamentos de informática, formação profissional e inclusão digital. Aparelhos descartados por órgãos do governo, empresas e pessoas físicas são recuperados nesses centros e doados a telecentros, escolas e bibliotecas de todo o País.
O projeto é coordenado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, que estabelece parcerias locais para a manutenção e funcionamento das unidades de recondicionamento. Já foram implantados centros nas cidades de Porto Alegre (RS), Guarulhos (SP), Belo Horizonte (MG) e Gama (DF).
Ainda na Capital Federal, a Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) investiu no Projeto de Transferência de Tecnologia e Montagem de Computadores e Sistemas de Rede para Inclusão Social. A ação consistiu na capacitação de cerca de 400 pessoas da periferia, entre estudantes e desempregados, na cidade de Planaltina, a 38 km de Brasília. O grupo participou de um curso de manutenção e montagem de computadores e passou a recuperar equipamentos doados por instituições públicas e universidades. O trabalho foi realizado em parceria com o Instituto Novas Fronteiras da Cooperação (INSC), entidade com atuação na área social.
Projeto ambiental para o setor de eletroeletrônicos
O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI/MCT), em Campinas (SP), trabalha agora na estruturação e articulação de um novo projeto ambiental para o setor de eletroeletrônicos.
A proposta do intitulado Ambientronic é atuar em três frentes: apoio aos fabricantes na adequação de produtos, promoção do ecodesign e análise do ciclo de vida nas indústrias, e estímulo às indústrias de reciclagem para se adequarem às práticas internacionais.
"A grande questão é promover inovação com sustentabilidade. Como fazer uma coisa economicamente viável e socialmente interessante sem agredir o meio ambiente. Nesse ponto, podemos ajudar e dar suporte às empresas para que possam se adequar e elaborar produtos mais fáceis de reciclar", ressalta o chefe da Divisão de Qualificação e Análise de Produtos Eletrônicos do CTI/MCT, Marcos Pimentel.
Ele cita ainda como exemplo políticas adotadas na Europa e no Japão, em que a responsabilidade pelo recolhimento é geralmente do fabricante ou de quem colocou o produto no mercado.
"Mas isso também tem custos; nos países ricos quem acaba pagando é o consumidor ou, de alguma maneira, a indústria. É uma questão relativamente complexa no aspecto da logística, porque o lixo eletrônico não é um resíduo normal, é perigoso e contém elementos tóxicos. É preciso saber quem fará esse recolhimento, como descartar e dar o destino correto. Todos esses aspectos estão em discussão entre governo, academia, empresas e recicladores", conclui.

ANTENADA&RECICLADA2: Lá vem o Sol

ANTENADA&RECICLADA2: Lá vem o Sol