Fica a Dica!
"Eu me abri para todo o tipo de perdão e recebi do Universo todo o bem, prosperidade e abundância. Eu agradeço à Vida." OBRIGADA DEUS, OBRIGADA UNIVERSO!"
quinta-feira, 5 de junho de 2014
5 DE JUNHO, DIA DO MEIO AMBIENTE.
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sábado, 12 de abril de 2014
A vida ferve no gelo
Incrível! Aquecimento global aumenta
biodiversidade em torno dos icebergs
por Texto Pedro Burgos
SUPER
INTERESSANTE
Desde
que o Titanic bateu em um iceberg em 1912, os enormes blocos de gelo que
flu-tuam pelos oceanos ficaram com fama de maus. Mas uma nova pesquisa mostra
que de bandidos eles podem passar a mocinhos – em um surpreendente efeito
colateral positivo do aquecimento global. É só ver o que se passa embaixo
d’água. Pesquisadores perceberam que, enquanto vagam lentamente pelo mar de
Weddel (sul do Atlântico), os pedaços de gelo que se soltaram da Antártida vão
derretendo, deixando pelo caminho um rastro de nutrientes que ficaram
congelados por milhares de anos. Isso atrai o fitoplâncton, microorganismo que
faz fotossíntese e forma imensas florestas marinhas. A plantinha também é a
base da cadeia alimentar no continente gelado.
Os
cientistas perceberam que num raio de até 3,2 quilômetros dos icebergs
formou-se um novo ecossistema: a produtividade biológica do mar de Weddel, que
compreende 2,8 milhões de quilômetros (um terço da área do Brasil), aumentou em
40% por causa dos icebergs. Mas o mais interessante é que o gelo derretido
pode, indiretamente, servir de rota para o seqüestro de CO2, o gás de efeito
estufa que mais contribui para o aquecimento global. Como o carbono é consumido
pelo fitoplâncton – e este comido por microcamarões –, o CO2 troca a atmosfera
pelo fundo do mar. “Enquanto o derretimento das calotas polares está
contribuindo para elevar o nível dos oceanos e outras mudanças climáticas, esse
papel adicional de remover o carbono da atmosfera pode ter implicações para o
clima que precisam ser estudadas”, disse o oceanógrafo Ken Smith, do Monterey
Bay Aquarium (EUA), responsável pela pesquisa.
Fitoplâncton
O
fitoplâncton é um conjunto de plantas microscópicas, unicelulares, que
florescem na superfície da água quando há nutrientes. Como todas as plantas,
elas fazem fotossíntese: capturam da atmosfera o CO2 – um dos gases
responsáveis pelo efeito estufa – e liberam o oxigênio.
Nutrientes
A
região polar do oceano é pobre em nutrientes. Mas, como é feito de água doce, o
iceberg guarda sedimentos terrestres de milênios atrás, como ferro (o
principal), nitratos, fosfato e ácido silícico. À medida que o gelo vai derretendo,
os nutrientes são liberados e atraem a vida.
Oceano de icebergs
O
mar de Weddel fica ao sul da Argentina e forma um golfo na Antártida que, até
2002, tinha uma fina camada de gelo, que derreteu. Estima-se que existam 1000
icebergs vagando pelo território, levando vida para 40% da área.
Icebergs
Os
icebergs pesquisados têm de 2 a 20 km de extensão. Menos de 20% dessa área fica
na superfície, visível. A influência do iceberg na fauna marinha compreende um
círculo de até 3,2 km em volta.
Krill
É
um microcamarão que se movimenta em imensos cardumes e se alimenta de
fitoplâncton. Quando morre, o krill vai para o fundo do oceano, levando com ele
o carbono acumulado pelo fitoplâncton.
Cadeia Alimentar
Os
cientistas perceberam que o krill atrai vários outros predadores da fauna da
Antártida, como peixes, focas, pingüins e até baleias. Albatrozes, que também
se alimentam de krill, começaram a fazer paradas nos icebergs, já que há comida
por perto.
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07:20
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
E Se...
O que aconteceria se a água potável do
mundo acabasse?
por Raphael Soeiro
As teorias mais pessimistas dizem que a
água potável deve acabar logo, em 2050. Nesse ano, ninguém mais tomará banho
todo dia. Chuveiro com água só duas vezes por semana. Se alguém exceder 55
litros de consumo (metade do que a ONU recomenda), seu abastecimento será
interrompido. Nos mercados, não haveria carne, pois, se não há água para você,
imagine para o gado. Gastam-se 43 mil litros de água para produzir 1 kg de
carne. Mas não é só ela que faltará. A Região Centro-Oeste do Brasil, maior
produtor de grãos da América Latina em 2012, não conseguiria manter a produção.
Afinal, no País, a agricultura e a agropecuária são, hoje, as maiores
consumidoras de água, com mais de 70% do uso. Faltariam arroz, feijão, soja,
milho e outros grãos.
A vida nas metrópoles será mais difícil. Só a Grande São Paulo consome atualmente 80,5 bilhões de litros por mês. A água que abastece a região virá de Santos, uma das grandes cidades do litoral que passarão a investir em dessalinização. O problema é que para obter 1 litro de água dessalinizada são necessários 4 litros de água do mar, a um custo de até US$ 0,90 o m³, segundo a International Desalination Association. Só São Paulo gastaria quase R$ 140 milhões em dessalinização por mês. Como resultado, a água custaria muito mais do que os R$ 3 por m³ de hoje.
A vida nas metrópoles será mais difícil. Só a Grande São Paulo consome atualmente 80,5 bilhões de litros por mês. A água que abastece a região virá de Santos, uma das grandes cidades do litoral que passarão a investir em dessalinização. O problema é que para obter 1 litro de água dessalinizada são necessários 4 litros de água do mar, a um custo de até US$ 0,90 o m³, segundo a International Desalination Association. Só São Paulo gastaria quase R$ 140 milhões em dessalinização por mês. Como resultado, a água custaria muito mais do que os R$ 3 por m³ de hoje.
Mas há quem não concorde com esse
cenário caótico. "A água só acaba se você acabar com o ciclo dela",
diz Antônio Félix Domingues, da Agência Nacional de Águas. "Tudo é questão
de custo. Com dinheiro, você pode tornar até sua urina potável." Mas, se
ela acabasse, a água seria um bem disputado, motivo de guerras e de exclusão
social. "Poucas pessoas teriam acesso, provavelmente as mais abastadas. A
água poderia virar um elemento segregador", diz Glauco Freitas, coordenador
do Programa Água para a Vida, da ONG WWF-Brasil.
Guerras
aquáticas
Em 2050, a falta d'água ditaria a política e o cotidiano
Última geleira
Em 2012, a estimativa é que 68,7% da água potável disponível está em calotas polares ou geleiras. Sim, o aquecimento global facilitou o acesso a essa água. O degelo já originou rios na Índia e no Nepal, por exemplo. Mas em 2050 quase toda essa água, possivelmente, já terá virado vapor. As últimas geleiras seriam alvos de cobiça. E, para não ter que extrair água delas, uma das soluções seria...
...Secar o ar
Grandes coletores de ar, que condensam a água na atmosfera, já existem e foram testados em desertos na Índia, por exemplo. No entanto, eles teriam que ser instalados longe dos grandes centros, pois os efeitos colaterais são graves: em grande escala, causam de problemas pulmonares a desertificação.
Bebendo urina
Na Estação Espacial Internacional, desde 2008 astronautas bebem água graças a um equipamento que recicla suor e urina. Em 2050, todas as casas teriam água de reúso para cozinhar e beber. A tecnologia de purificar líquidos de esgoto também deverá ser popular.
Oásis alienígena
Potências espaciais como Estados Unidos, Rússia, Índia, Paquistão e China, além de empresas privadas, deverão iniciar uma nova corrida espacial. O objetivo seria buscar água em asteroides e nas calotas polares de Marte, onde haveria mais água que no solo da Lua.
Potências aquíferas
Quem investir antes em dessalinização largará na frente. Hoje, na Arábia Saudita, por exemplo, 70% da água é dessalinizada. Nações sul-americanas como o Brasil também serão importantes por causa do aquífero Guarani, maior fonte de água subterrânea do mundo, que fica sob nossos pés.
Mar morto
Se a dessalinização é o recurso mais viável para obter água doce, ela também gera um grande impacto ambiental. Além do gasto de energia, a dessalinização ameaça a vida marítima nas regiões costeiras, segundo a ONG WWF. O mar vai ficar sem sal - com o perdão do trocadilho.
Em 2050, a falta d'água ditaria a política e o cotidiano
Última geleira
Em 2012, a estimativa é que 68,7% da água potável disponível está em calotas polares ou geleiras. Sim, o aquecimento global facilitou o acesso a essa água. O degelo já originou rios na Índia e no Nepal, por exemplo. Mas em 2050 quase toda essa água, possivelmente, já terá virado vapor. As últimas geleiras seriam alvos de cobiça. E, para não ter que extrair água delas, uma das soluções seria...
...Secar o ar
Grandes coletores de ar, que condensam a água na atmosfera, já existem e foram testados em desertos na Índia, por exemplo. No entanto, eles teriam que ser instalados longe dos grandes centros, pois os efeitos colaterais são graves: em grande escala, causam de problemas pulmonares a desertificação.
Bebendo urina
Na Estação Espacial Internacional, desde 2008 astronautas bebem água graças a um equipamento que recicla suor e urina. Em 2050, todas as casas teriam água de reúso para cozinhar e beber. A tecnologia de purificar líquidos de esgoto também deverá ser popular.
Oásis alienígena
Potências espaciais como Estados Unidos, Rússia, Índia, Paquistão e China, além de empresas privadas, deverão iniciar uma nova corrida espacial. O objetivo seria buscar água em asteroides e nas calotas polares de Marte, onde haveria mais água que no solo da Lua.
Potências aquíferas
Quem investir antes em dessalinização largará na frente. Hoje, na Arábia Saudita, por exemplo, 70% da água é dessalinizada. Nações sul-americanas como o Brasil também serão importantes por causa do aquífero Guarani, maior fonte de água subterrânea do mundo, que fica sob nossos pés.
Mar morto
Se a dessalinização é o recurso mais viável para obter água doce, ela também gera um grande impacto ambiental. Além do gasto de energia, a dessalinização ameaça a vida marítima nas regiões costeiras, segundo a ONG WWF. O mar vai ficar sem sal - com o perdão do trocadilho.
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Água: riscos à saúde, impactos das embalagens e cuidados no consumo
Fonte:http://www.ecycle.com.br/
Garrafas plásticas causam grande
impacto ambiental
A água é uma das mais importantes substâncias
presentes na Terra. Sem água, não haveria vida. Os médicos indicam o consumo
de, no mínimo, dois litros de água por dia para garantir o bom funcionamento do
nosso organismo. Mas de onde vem sua água? Você já parou para pensar nas opções
que faz ao consumir essa preciosa substância, qualidade do líquido e embalagem?
O impacto
ambiental da embalagem
As
garrafas de água, na grande maioria das vezes, são feitas de um tipo específico
de plástico derivado do petróleo chamado politereftalato
de etileno, comumente conhecido como PET. De acordo com matéria publicada na revista National
Geographic, os EUA, maior consumidor mundial de água mineral
engarrafada, supre sua demanda anual com o equivalente a 29 bilhões de garrafas,
para as quais a produção envolve cerca de 17 milhões de barris de petróleo na
manufatura do PET. Uma quantidade considerável, sobretudo ao pensarmos que se
trata de um produto praticamente descartável. Isso mesmo, uma quantidade enorme
de energia envolvida para que utilizemos somente uma vez o produto. De certo
importa as reciclabilidade do material, mas não devemos esquecer o investimento
em energia e logística necessários à reciclagem e, sobretudo, que somente uma
fração do produto acaba sendo reprocessado. Uma enorme quantidade do material
tem como destino os depósitos de lixo e o pior, muitas vezes acabam em rios e
mares.
Saúde do
seres
Ao chegar
ao meio ambiente, principalmente nos oceanos, as garrafas levam aproximadamente
400 anos no processo de degradação. Além disso, acabam transformando-se
em microplástico, pequenas partículas plásticas poluentes e
tóxicas, responsáveis pela morte de milhares de animais (para saber mais sobre
o assunto e sobre o processo de poluição dos oceanos causado pelo descarte
inadequado de produtos feitos de plástico, leia nossa matéria especial sobre o assunto).
O
politereftalato de etileno, como o próprio nome sugere, possui ftalatos em sua
composição. Estudos relacionam este composto químico ao desenvolvimento
de diabetes e obesidade em homens. Esse composto também é
considerado uma fonte de xenoestrogênio, que pode levar ao desenvolvimento de
inúmeros problemas de saúde para as mulheres, como desregulação hormonal e
doenças ovarianas (entre elas: endometriose e síndrome do ovário policístico -
clique aqui e veja mais sobre xenoestrogênios).
Enfrentando
o problema
O IPEA aponta que, no Brasil, entre os anos de 1974 e 2003,
houve um aumento no consumo de água mineral por famílias, de 5.694%. A ideia
seria diminuir o consumo de água engarrafada ao mínimo necessário. De acordo
com o Ministério da Saúde, a Anvisa e as empresas de saneamento estaduais
afirmam que a água que sai da torneira das residências é própria para consumo imediato.
Mesmo assim, o mais indicado para o consumo de água
em casa seria a combinação da filtragem e a não geração de mais lixo, assim
como a precaução contra a possibilidade de exposição da saúde a
riscos desnecessários (potencialmente associados ao consumo de água
engarrafada em embalagens plásticas). Os filtros domésticos são boas opções.
Alguns dos modelos utilizam energia elétrica, mas há outros que não requerem o
consumo de eletricidade.
Dos
filtros não movidos a energia elétrica, uma boa alternativa é o Pure It,
da Unilever, pois além da economia de energia, não exige conexão com a
tubulação e possui, como se espera, tecnologia microbicida eficaz. A
capacidade de filtragem do kit purificador declarada pelo fabricante é de 750
litros. Variações de preços podem ocorrer, mas ao considerarmos o custo do
litro de água engarrafada à razão de 1 real o litro, o valor alcançado no
consumo dos 750 litros será superior a três vezes o valor do aparelho.
O
plástico é um material moderno, flexível, inegavelmente importante para o homem
na sociedade contemporânea. No entanto, se realmente pretendemos caminhar rumo
a uma economia de baixo carbono, racionalização na produção e reprocessamento
de resíduos, faz sentido repensarmos sua utilização, privilegiando
progressivamente sua aplicação no desenvolvimento de produtos de tecnologia de ponta, evitando
cada vez mais produtos descartáveis, sobretudo aqueles não biodegradáveis. Por
uma pegada mais leve, use-o com inteligência e parcimônia e, ao descartá-lo,
caso tenha dificuldades em localizar alternativas para reciclar o material,
conte com nossa busca por postos de descarte aqui.
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Para refletir.
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Cartonagem - Mais tecido e menos couro!
Muito feliz com o meu trabalho, queria dividir com vocês que me acompanham e estão comigo a muito tempo. Amo a companhia de vocês e quero em 2014 trazer mais noticias voltadas a ecologia. Prontos pra caminha comigo em 2014?
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Aquecimento Global
Entenda o aquecimento Global, Efeito Estufa, consequências, aumento da temperatura mundial aquecimento global no Brasil, degelo das calotas polares, gases poluentes, Protocolo de Kyoto, furacões, ciclones, desertos, clima, resumo.
Poluição
atmosférica: principal causa do aquecimento global
Introdução
Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.
A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus
centígrados, CICLONES atingem o Brasil
(principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada
dia, fortes FURACÕES causam mortes e
destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo
(fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que
pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o
aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.
Pesquisadores do clima mundial afirmam que
este aquecimento
global está ocorrendo em função do aumento da
emissão de gases poluentes,
principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases
(ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso
e monóxido de carbono)
formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este
fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte
da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do
calor.
O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os
raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de
poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da
temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas
grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.
Consequências do
aquecimento global
- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.
- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.
Protocolo de Kyoto
Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.
Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.
Conferência de
Bali
Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.
Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.
Conferência de
Copenhague - COP-15
A 15ª Conferência das
Nações Unidas sobre Mudança do Clima foi realizada entre os dias 7 e 18 de
dezembro de 2009, na cidade de Copenhague (Dinamarca). A Conferência Climática
reuniu os líderes de centenas de países do mundo, com o objetivo de tomarem
medidas para evitar as mudanças climáticas e o aquecimento global. A
conferência terminou com um sentimento geral de fracasso, pois poucas medidas
práticas foram tomadas. Isto ocorreu, pois houve conflitos de interesses entre
os países ricos, principalmente Estados Unidos e União Européia, e os que estão
em processo de desenvolvimento (principalmente Brasil, Índia, China e África do
Sul).
De última hora, um
documento, sem valor jurídico, foi elaborado visando à redução de gases do
efeito estufa em até 80% até o ano de 2050. Houve também a intenção de
liberação de até 100 bilhões de dólares para serem investidos em meio ambiente,
até o ano de 2020. Os países também deverão fazer medições de gases do efeito
estufa a cada dois anos, emitindo relatórios para a comunidade internacional.
Dados alarmantes
- Em maio de 2013, a
NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional) divulgou um relatório mostrando
que o planeta atingiu a maior concentração de dióxido de carbono da história. A
concentração deste poluente, que é um dos principais causadores das mudanças
climáticas e do aquecimento global, está com média diária de 400 ppm
(partículas por milhão).
Efeitos do
aquecimento global no Brasil
De acordo com dados
preliminares divulgados pelo IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change)
em setembro de 2013, o clima brasileiro poderá sofrer os efeitos do aquecimento
global até o final deste século. As regiões sul e sudeste poderão ter um
aumento de até 0,5% na temperatura média até o final do século. Já as regiões
centro-oeste, nordeste e norte poderão ter as temperaturas médias aumentadas em
1,5%. Estas projeções são para um cenário otimista, ou seja, com controle
da emissão de gases do efeito estufa. Num cenário de grande aumento na emissão
destes gases, a temperatura poderá se elevar mais do que o dobro em relação a
estas projeções.
De acordo com estas
projeções, poderá também ocorrer ser mais frequente a formação de ondas de
calor nas regiões Nordeste e na Amazônia.
Os dados completos
serão divulgados pelo IPCC em abril de 2014.
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21:04
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