"Eu me abri para todo o tipo de perdão e recebi do Universo todo o bem, prosperidade e abundância. Eu agradeço à Vida." OBRIGADA DEUS, OBRIGADA UNIVERSO!"
domingo, 4 de janeiro de 2015
Será q tudo é lixo?
Uma mesa que seria lixo na certa, veja o que nós fizemos com ela para que ficasse mais bonita e apresentável.
Postado por
Unknown
às
15:13
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
beleza,
cores,
criatividade,
ecologia,
ecosistema,
reaproveitamento,
sujeira,
sustentavel,
trabalhadores
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Para enfeitar sua mesa de natal
Castiçais feitos com potinhos de azeitona, ervilha e copo de requeijão.
"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."
(Antoine Lavoisier)
"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."
(Antoine Lavoisier)
Postado por
Unknown
às
16:32
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
acessorios,
artesanato,
beleza,
ecologia,
equilibrio,
natal.festas,
natalinos,
Noel,
novidades,
potes,
potes+vidro,
presente,
reaproveitamento,
sucata
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Pesquisadores anunciam a ‘extinção inexorável’ do Rio São Francisco
equivalente
a dar oito voltas na Terra — ou a andar 344 mil quilômetros — a distância
percorrida por pesquisadores durante 212 expedições ao longo e no entorno do
Rio São Francisco, entre julho de 2008 e abril de 2012. O trabalho mapeia
a flora do entorno do Velho Chico enquanto ocorrem as obras de transposição de
suas águas, que deverão trazer profundas mudanças na paisagem. Mais do
que fazer relatórios exigidos pelos órgãos ambientais que licenciam a obra, o
professor José Alves Siqueira, da Universidade Federal do Vale do São Francisco
(Univasf), em Petrolina, Pernambuco, reuniu cem especialistas e publicou o
livro “Flora das caatingas do Rio São Francisco: história natural e
conservação” (Andrea Jakobsson Estúdio). A obra foi lançada em Recife
este mês.
Em
556 páginas e quase três quilos de textos, mapas e muitas fotos, a publicação é
o mais completo retrato da Caatinga, único bioma exclusivo do Brasil e
extremamente ameaçado. O título do primeiro dos 13 capítulos, assinado por
Siqueira, é um alerta: “A extinção inexorável do Rio São Francisco”.
—
Mostro os elementos de fauna e da flora que já foram perdidos. É como uma
bicicleta sem corrente, como anda? E se ela estiver sem pneu? E se na roda
estiver faltando um raio, e quando a quantidade de raios perdidos é tão grande
que inviabiliza a bicicleta? Não sobrou nada no Rio São Francisco.
Sinceramente,
não sei o que vai acontecer comigo depois do livro, mas precisava dizer isso —
desabafa o professor da Univasf. — Queremos que o livro sirva como um marco
teórico para as próximas décadas. Vou provar daqui a dez anos o que está
acontecendo.
Ao
registrar o estado atual do Rio São Francisco, o pesquisador estabelece pontos
de comparação para uma nova pesquisa, a ser feita no futuro, medindo os
impactos dos usos do rio.
Além
do desvio das águas, há intenso uso para o abastecimento humano, agricultura,
criação de animais, recreação, indústrias e muitos outros. Desaguam no Velho
Chico milhares de litros de esgoto sem qualquer tratamento. Barramentos — sendo
pelo menos cinco de grande porte em Três Marias, Sobradinho, Itaparica, Paulo
Afonso e Xingó — criam reservatórios para usinas hidrelétricas. Elas produzem
15% da energia brasileira, mas têm grande impacto. Alteraram o fluxo de peixes
do rio e a qualidade das águas, acabaram com lagoas temporárias e deixaram
debaixo d’água cidades ou povoados inteiros, como Remanso, Casa Nova, Sento Sé,
Pilão Arcado e Sobradinho.
Com
o fim da piracema, uma vez que os peixes não conseguiam mais subir o rio para
se reproduzir, o declínio do número de cardumes e da variedade de espécies foi
intenso. Entre as mais afetadas, as chamadas espécies migradoras, entre elas
curimatá-pacu, curimatá-pioa, dourado, matrinxã, piau-verdadeiro, pirá e
surubim.
Não
foram as barragens as únicas culpadas pelo esgotamento de estoques pesqueiros
do Velho Chico. Programas de incentivo da pesca, que não levaram em consideração
a capacidade de recuperação dos cardumes, aceleraram a derrocada da atividade.
Espécies exóticas, introduzidas no rio com o objetivo de aumentar sua
produtividade, entre elas o bagre-africano, a carpa e o tucunaré, se tornaram
verdadeiras pragas, sem oferecer lucro aos pescadores.
A
região do São Francisco, que já foi considerado um dos rios mais abundantes em
relação a pescado no país, precisa lidar com a importação em larga escala de
peixes, sobretudo os amazônicos, para suprir o que não consegue mais fornecer.
Uma das espécies mais comercializadas na Praça do Peixe, a 700 metros do rio, é
o cachara (surubim) do Maranhão ou do Pará. Nos restaurantes instalados nas
margens do Rio São Francisco, o cardápio oferece tilápias cultivadas ou
tambaquis importados da Argentina.
A
mudança provocada pelo homem tanto nas águas do Velho Chico quanto na vegetação
que o circunda foi drástica e rápida. Tendo como base documentos históricos
disponíveis, entre eles ilustrações de expedições de naturalistas importantes,
como as do alemão Carl Friedrich Philipp von Martius, é possível ver a
exuberância do passado. Um desenho feito há 195 anos mostra os especialistas da
época deslumbrados com árvores de grande porte, lagoas temporárias, pássaros em
abundância. Ou seja, uma enorme biodiversidade, que hoje não existe mais.
Menos
de dois séculos depois, restam apenas 4% da vegetação das margens do Rio São
Francisco. Desprovidas de cobertura verde, elas sofrem mais com a erosão, que
assoreia o rio em ritmo acelerado. Os solos apresentam altos índices de
salinização e os açudes ficam com a água salobra. Aumentam as áreas de
desertificação. O Velho Chico está praticamente inviável como como hidrovia.
Espécies foram extintas e ecossistemas estão profundamente alterados.
Diante
da expectativa da “extinção inexorável do Rio São Francisco”, o livro ressalta
a importância de gerar conhecimento científico. Não apenas os pesquisadores
precisam se debruçar mais sobre o bioma como também o senso comum criado sobre
a Caatinga a empobrece. Por isso o título do livro optou por “Caatingas”, no
plural, chamando a atenção para sua enorme diversidade.
— O
processo que levará ao fim do Rio São Francisco não começou hoje. Basta olhar a
ilustração para ver o que aconteceu em tão pouco tempo, menos de 200 anos. A
imagem nos mostra um bioma surpreendente: o tamanho das árvores, a diversidade
de animais, a exuberância — ressalta Siqueira. —Observamos que ocorre um efeito
em cascata. Tanto que, se algo não for feito agora, de forma veemente, o
impacto do aquecimento global na Caatinga, que é o local mais ameaçado pelas
mudanças climáticas, será dramático.
Exclusividade
do Brasil
Difundir
o conhecimento gerado durante as expedições é um dos principais legados da
publicação. Ainda mais porque trata-se de uma temática brasileiríssima.
Aproveitando o jargão ambientalista, que chama de endêmica a espécie que só
existe numa determinada região, José Alves Siqueira diz que a Caatinga e o Rio
São Francisco são dois endemismos brasileiros. O bioma só ocorre no Brasil,
assim como o Velho Chico, que é o único corpo hídrico de grande porte que nasce
e deságua em território nacional. Além disso, entre as 1.031 espécies coletadas
— a partir de 5.751 amostras —, 136 (13,2%) são restritas à Caatinga.
Além
disso, 25 espécies cuja ocorrência não era conhecida no Nordeste foram
encontradas. Situação semelhante ocorreu com 164 plantas, nunca antes
observadas na Caatinga. Mas a cereja do bolo é uma nova espécie coletada por
pesquisadores, que ainda estão trabalhando com as informações obtidas em campo
para publicar, até o final do ano, a descrição da planta em uma revista
especializada.
— A
espécie mais próxima desta é do Charco, na Argentina e Paraguai. Isso mostra
uma relação entre Caatinga com aquele bioma, são ecossistemas incríveis —
ressalta Siqueira. — Este é um dos resultados fabulosos do trabalho, mostra
mais uma vez que a Caatinga não é pobre, homogênea nem o patinho feio dos
biomas.
No
último capítulo, “A flora das Caatingas”, assinado por 78 especialistas de 40
instituições, diversas universidades, entre elas UFRJ e USP, jardins botânicos,
Embrapa e até o Museu de História Natural de Viena, detalha métodos de pesquisa
e apresenta uma lista florística com as 1.031 espécies. Também é possível ver
informações na internet.
Os
pesquisadores ressaltam, ainda, que ainda há muito para se descobrir sobre a
flora das Caatingas. As plantas desenvolvem mecanismos de adaptação que são
ignoradas pela ciência. Sendo assim, os autores do livro destacam que são
necessários esforço e dedicação para que o estágio do diagnóstico da
diversidade biológica seja superado pelos estudos voltados para as práticas de
conservação. Nesta direção, a Univasf criou o Centro de Referência para a
Restauração de Áreas Degradadas.
Recuperar
a Caatinga é uma tarefa árdua, requer conhecimento científico específico. Isso
reforça a importância de manter áreas nobres ainda intocadas. A equação é
simples: é muito mais fácil e barato manter a floresta em pé do que tentar
reflorestar uma região degradada. Por outro lado, sem o rigor acadêmico,
empresas que são obrigadas a replantar em determinadas áreas acabam fazendo as
escolhas erradas, como colocar grama de crescimento rápido e impacto visual,
mas inadequada para o meio ambiente.
Formatar
um conhecimento consolidado de como recuperar a Caatinga deverá ser um trabalho
para pesquisadores durante os próximos 30 anos. Um capítulo inteiro é dedicado
ao assunto: “Restauração ecológica da Caatinga: desafios e oportunidades”,
assinado por Felipe Pimentel Lopes de Melo, do Departamento de Botânica da
Universidade Federal de Pernambuco; Fabiana de Arantes Basso, do Centro de
Referência para Recuperação de Áreas Degradadas da Caatinga, da Univasf; e
Siqueira. Os autores expressam a urgência de melhorar a relação do homem com o meio
ambiente. É fundamental superar a tensão entre a conservação dos recursos
naturais com a crescente demanda por matéria-prima, como lenha, carvão, água e
energia. Em geral, as soluções imediatistas e sem planejamento trazem enormes
prejuízos econômicos, sociais e ambientais: os três pilares da
sustentabilidade.
O
livro também pode ser lido como uma exaltação ao bioma, incluindo a chamada
cultura ‘caatingueira’ e a alma sertaneja, que não são deixadas de fora da
edição. No segundo capítulo, (“Viajantes naturalistas no Rio São Francisco”),
considerado pelo organizador do livro como o mais poético, Lorelai Brilhante
Kury, especialista da Fundação Oswaldo Cruz e da Uerj, faz um resgate histórico
e cultural das transformações ambientais.
As
agressões ao Velho Chico são históricas. O rio serviu com via de ocupação da
região. Ricos e pobres usam os recursos naturais como se fossem infinitos.
Entre Petrolina e Juazeiro, casas que valem cerca de R$ 500 mil contam com
equipamentos sofisticados, segurança de primeiro padrão e móveis caríssimos,
mas a estrutura sanitária é arcaica, contamina o lençol freático e o rio.
Lanchas e motos náuticas geram ruído e afugentam peixes. Quase não se vê
reaproveitamento de água ou o uso de fontes energéticas renováveis.
— A
principal contribuição do livro é chamar a atenção para a Caatinga. É o único
bioma exclusivo do Brasil, porém o menos conhecido. Seu personagem mais famoso
é o Rio São Francisco, que serviu de mote para o estudo de conservação da
Caatinga — frisa Felipe Melo, professor de ecologia da Universidade Federal de
Pernambuco e um dos pesquisadores envolvidos na coleta de informações que
constam do livro.
Mais
do que apontar problemas, os pesquisadores defendem a adoção de práticas
sustentáveis. No final de cada capítulo, eles apresentam medidas que poderiam
mitigar impactos social, ambiental e também econômico. Além disso, há
preocupação com a difusão das informações geradas. O Jardim Botânico do Rio de
Janeiro, por exemplo, também recebe parte do material coletado pelos
cientistas. A instituição carioca poderá montar uma estufa dedicada às plantas
da Caatinga.
— É
um desafio para a sociedade garantir desenvolvimento econômico com
sustentabilidade. Vamos fazer outra Sobradinho? Não. As cidades que ficaram
debaixo d’água por causa dos represamentos do Rio São Francisco perderam
histórias, vidas, sítios arqueológicos inteiros — argumenta José Alves
Siqueira. — Em síntese, posso dizer que o caminho a ser seguido para
viabilidade do São Francisco como modelo de desenvolvimento para outras regiões
é a base científica sólida. Investir em recursos humanos, aporte de recursos
financeiros para ciência, tecnologia e educação básica.
Os
diagnósticos apresentados no livro, porém, têm prazo de validade. Os autores afirmam
que são necessárias intervenções imediatas pra tentar mudar em escala regional
o cenário de degradação. Além disso, sobram críticas em relação às discussões
que envolvem o novo código florestal. O organizador do livro sustenta que já há
conhecimento científico sólido em relação à necessidade mínima de 30 metros de
vegetação nas margens dos rios para a proteção da qualidade da água,
estabilização de encostas e prevenção a enchentes.
Dinheiro
não falta. Pelo contrário. Só as obras de transposição de águas,
originariamente orçadas em R$ 4,5 bilhões, deverão consumir cerca de R$ 10
bilhões. São recursos federais que prometem melhorar a qualidade de vida na
região. Não é o primeiro grande investimento público da Caatinga.
Porém,
analisando a história, pesquisadores não encontraram relação direta entre o
gasto e o bem-estar para a população.
Para
quebrar a ideia de que o setor público não consegue fazer trabalhos de
qualidade, os pesquisadores se esforçam para multiplicar o legado dos programas
ambientais, previstos nos investimentos que mudarão o curso de parte das águas
do Rio São Francisco.
Desde
2008, quando o dinheiro começou a ser repassado para a universidade, foram
criados o Centro de Referência da Caatinga e novos laboratórios. A equipe conta
com dez picapes com tração nas quatro rodas para percorrer a região durante o
monitoramento da vegetação.
O
trabalho de formação de alunos se volta para o bioma local. Por exemplo, havia
uma dificuldade em achar veterinários que conhecessem os animais do bioma, como
o veado catingueiro. Até então, grande parte dos alunos da universidade só
entendia de cachorro e de gato.
— A
obra (de transposição da água do Rio São Francisco) acaba nos proporcionando os
meios para uma formação mais qualificada dentro da universidade. A demanda é
grande, falta gente especializada para trabalhar para nossa equipe. Contratamos
pessoas do Brasil inteiro — diz Siqueira. — A chave é procurar entender as
especificidades do bioma Caatinga, que, muitas vezes, chega a passar dez meses
na seca. Precisamos entender as adaptações da fauna e flora, assim como a
cultura.
Fonte:
O Globo
SPIRITUAL COACH RAQUELL MENEZES!
Aprenda a ser um Co-criador consciente de sua própria vida?
Clique no link.
Learn to be a Co-conscious creator of his own life? Click on the link.
http://hotmart.net.br/show.html?a=r3210119M
SPIRITUAL COACH RAQUELL MENEZES!
Aprenda a ser um Co-criador consciente de sua própria vida?
Clique no link.
Learn to be a Co-conscious creator of his own life? Click on the link.
http://hotmart.net.br/show.html?a=r3210119M
Postado por
Unknown
às
08:11
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Agua,
ambiente,
animais,
arvores,
campanha,
celular,
chuva,
ensino a distância,
equilibrio,
erosão,
estrutura,
natureza,
riosaofranciso
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Vamos salvar a Serra do Gandarela
Vi essa reportagem na revista VIVOVERDE, e como meu blog é para falar sobre ecologia, sustentabilidade, saude e beleza e empregabilidade, achei por bem ao coletivo trazer a reportagem para cá respeitando todos os direitos de quem escreveu. Meu intuito aqui é só divulgar a ação, pois sem o meio ambiente, não existe vida, beleza, saude e que dirá empregos.
Vamos mudar enquanto há tempo, mas vamos lembrar que o tempo passa e as ações praticadas hoje pode nos beneficiar amanhã ou nos prejudicar. Pense bem e faça sua escolha.
FLORICULTURA
DE BELO HORIZONTE SEMEIA AÇÃO SUSTENTÁVEL
A floricultura Ikebana Flores está realizando o plantio de mudas nativas na Serra do Gandarela, com o auxílio de blogueiros e sites que estão abraçando a campanha “Plante uma Árvore”.
“Toda postagem sobre a campanha se transforma em uma plantada na
Serra do Gandarela”!
Posicionada
há cerca de 40 km de Belo Horizonte, em meio a Serra do Curral e a Serra do Caraça, a Serra do Gandarela compreende um extenso manancial (Rio
Piracicaba e Doce, Bacias do Rio das Velhas e São Francisco) com uma vasta
biodiversidade composta por biomas de Mata Atlântica, vegetação rupestre e
cangas. Porém, a região do Gandarela tem sido acometida de graves atuações de
devastação ambiental: desmatamentos e atividades mineradas que exploram as
reservas do quadrilátero ferrífero dessa região.
Atenta
a região do Gandarela que abrange os municípios de Caeté,
Barão de Cocais, Santa Bárbara, João Monlevade e Ipatinga, a Floricultura de BHIKebana flores espera cooperar com a diminuição das
áreas assoladas dessa região através do plantio de mudas endêmicas, em nome de
todos que divulgarem a campanha em seus sites, blogs e redes sociais. As ações
do plantio serão postadas em redes sociais, blog e site da floricultura.
Paralelo à campanha, a Ikebana Flores
está doando mudas de ipê branco, ipê amarelo, sucupira, peroba, entre outras,
tópicas do cerrado. Quem se interessar, basta comparecer na
Av. Getúlio Vargas, 1697, Savassi – Belo Horizonte-MG; telefone:
(31) 3227-4802, de segunda-feira a sexta-feira, de 10h00 as 19h00
Colabore! Gandarela depende de você.
Texto: Thaís Alessandra do Coletivo
Cirandar
Fonte e imagens:
Thaís Alessandra
Luciano Lima
Thaís Alessandra
Luciano Lima
Postado por
Unknown
às
09:31
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Agua,
ajuda,
ambiente,
ano novo,
arvores,
atitude,
campanha,
coletividade,
cuidados,
cultivo,
cultura,
ecosistema,
educação,
SeeradoGandarela
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Boxe de Viaduto - Academia Garrido
Projeto bem bacana, achei que tem tudo a ver com a proposta do blog ANTENADA&RECICLADA. Pois o dono do projeto, transforma sucata em saude e da qualidade de vida as pessoas que não tem como pagar uma academia, vale a pena ver até o fim.
Postado por
Unknown
às
10:02
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
academia,
acessorios,
ecologia,
ecosistema,
exercicio,
Garrido,
lixo,
projetogarrido,
SaoPaulo,
sucata,
sustentabilidade,
viaduto
quarta-feira, 23 de julho de 2014
DECORAÇÃO SUSTENTÁVEL EM 10 DICAS.
Sabe o que é supereconômico nos dias de hoje? Sustentabilidade é uma
dica de ouro na decoração de sua casa e pode acreditar que vai mudar o ambiente
completamente.
Olhar ao redor pode ser muito útil na hora de decorar uma casa, aquele
objeto que está ali, sem função aparente e classificado como lixo, pode na
verdade se transformar em um belo jardim suspenso, numa mesa de canto rústica
ou até mesmo um sofá confortável no canto da sala. Tudo pode se transformar
depende só da visão e criatividade de quem decora. Com dicas simples e fáceis no
reaproveitamento do que iria para o lixo, aí vão dez, para uma decoração sustentável,
transformando o ambiente em ecologicamente correto, economizando no bolso,
reformando com o que se tem em casa e que provavelmente seria descartado na
natureza. Portanto, de assas a
imaginação reutilizando é mudando a cara do seu espaço preferido.
1- Bobinas de fiação:
Bobinas de enrolar fiação elétrica ficam rusticamente perfeitas como
mesinha no jardim ou na varanda da casa. É só colocar a parte plana para cima,
lixe a madeira e estará pronto para pintar da cor que mais agradar, ou deixar
na madeira crua e ainda, se preferir, envernizar a madeira, dispensa muito
trabalho na decoração. A parte de baixo pode ser usada como porta revistas ou
colocar uns vasinhos de plantas para ornamentar.
2
–
Jardim vertical:
Para os amantes de plantas que vivem em locais de pouco espaço, reservarem
um lado da parede da sala ou varanda e algumas garrafas pet’s para construção
de um jardim vertical. Junte umas quatro o cinco garrafas pet’s, faça um buraco
de um lado da garrafa (especifico para colocar a terra para plantar), e do
outro lado, faça vários furinhos, após ter feito isso, coloque terra nas
garrafas, prenda-as uma a baixo da outra na parede dando um espaço de uma
garrafa para outra, (o suficiente para o que se plantar nas garrafas não fique
imprensado), na hora de molhar a planta de cima, a água vai vazar pelo furo na
planta q está em baixo.
3
-
Mesinha de pneus:
Dois pneus pintados da cor que mais combine com o ambiente, coloque um
pneu por cima do outro e escolha um tampo que pode ser de vidro ou de madeira
para colocar por cima dos pneus, estes tampos podem ser alguns centímetros
maiores que os pneus. Esta mesinha pode ter sua decoração complementada com
vasos de plantas ou jarras de flores feitas com lamparinas.
4
–
Base de máquina de costura:
O pé de ferro da máquina de costura antiga pode se transformar num
banco de jardim. Ajeitando algumas ripas de madeira uma ao lado da outra
formando o assento e o encosto de um banco preso ao pé de ferro. Ripas de
madeira ou pallet podem ser utilizadas nesta dica, nunca se esquecer de lixar
para não arriscar em machucar quem for sentar ali com farpas, quanto à base de
ferro, pode ser pintada ou não, isto vai depender da preferência de quem
decora.
5- Mural de recados:
Este mural de recados fica bem interessante quando feito de rolha de
vinho, o tamanho do mural vai depender da quantidade de vinho ou outra bebida
qualquer que tenha rolhas e que irá montar o encaixe dentro da moldura do
quadro velho que se tem em casa. Esse encaixe poderá se fazer usando a simetria
ou não, como sempre, tudo depende do estilo e gosto do confeccionador e estará
pronto para ornamentar a cozinha colocando os lembretes do dia e não
sobrecarregar a geladeira.
6
–
Vasinhos para hortaliças:
Separe algumas garrafas pet ou garrafas de vidro (no caso da garrafa de
vidro, o ideal e cortar no vidraceiro), corte ao meio e na base da garrafa
deixe sempre com água e encaixe a parte de cima da garrafa na base com o
gargalo da garrafa para baixo, nesta parte superior coloque terra e plante as
hortaliças e a raiz vai sair pelo gargalo da garrafa e vai ficar sempre em
contato com a água na parte inferior da garrafa que formou a base. É um ótimo ornamento
para por na janela da cozinha.
7- Sofá de pallet:
Junte algumas caixas de pallet num canto de uma parede e pinte as
caixas ou envernize de acordo com o ambiente e na extensão do local reservado
para montar o sofá, prenda uma caixa na outra. Em um tecido, de preferência que
vá entrar em harmonia com o local, faça almofadões para colocar por cima das
caixas, que serão os assentos e mais alguns almofadões que ficarão encostados
na parede servindo como encostos para coluna, lembrando sempre de lixar bem a
madeira para evitar acidentes.
8- Sapateira de escada:
Pegue uma escada velha de madeira e cerre do tamanho ideal que encaixe
lugar onde será colocado a sapateira, lixe a madeira, pinte, faça pátina ou envernize
tudo dependerá do estilo de quem está decorando, depois da escada seca, a
sugestão de locais para pendurar é: Atrás da porta do quarto ou em alguma
parede que fique no canto do quarto, mas poderá ser harmonizado conforme o
tamanho do lugar aí é só encaixar os sapatos nos degraus. Esta ideia pode ser
aproveitada também para pendurar echarpes, cintos e colares.
9- Cano de PVC como organizador:
Pegar um cano de PVC de aproximadamente 8 cm de diâmetro e 30 cm de
cumprimento, colocar em posição vertical e repartir ao meio, formando uma meia
lua com o cano. Coloque-o na horizontal com a parte arredondada para cima, faça
alguns cortes no cano deixando sempre um pedaço de forma que possa encaixar os
pratos de pé como se fosse um escorredor de louça, cuidado, se rasgar
totalmente o cano, não haverá sustentação para os pratos. Poderá usar o cano
como organizador de pratos dentro do guarda louças, ou na pia da cozinha na função
de escorredor. Quanto à decoração, os locais de encaixe do prato podem ser
vazados, simétrico ou assimétrico.
10- Castiçal de prendedores de roupa:
Pegue uma lata de salmão vazia e limpa (que servirá de base para o
castiçal), e em sua borda cole pregadores de roupa de madeira na posição
vertical em toda sua volta, procurando juntar bem para não aparecer à lata,
depois de encaixado todos os pregadores, pintar ou passar verniz é uma opção,
feito isso, dentro do círculo de pregadores coloque os potinhos de papinha de
criança ou qualquer outro vidro pequeno de conserva, a fim da vela acesa não
cair ou ficar em contato com a madeira dos pregadores e causar um pequeno
incêndio. E está pronto um rústico castiçal para enfeitar a mesa da varanda ou
do jardim à noitinha.
Postado por
Unknown
às
18:02
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
acessorios,
ambiente,
artesanato,
beleza,
coleta seletiva,
comlurb,
concreto,
planeta,
poluição,
população,
saude,
solo,
sustentabilidade
sábado, 5 de julho de 2014
Agora você já pode fazer um inseticida caseiro e colocar na horta e plantas que você cultiva em seu jardim.
Postado por
Unknown
às
13:34
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
administração,
Agua,
animais,
ano novo,
bebidas,
bijuterias,
Bolsa carteira,
bosacarteira,
carteira de trabalho,
cartonagem,
horta,
horta caseira,
jardim
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Página inicial
Linkbão
Oi Torpedo
Oi Torpedo Web
Click Jogos Online
Claro Torpedo
Claro Torpedo Gratis
Rastreamento Correios
Mundo Oi
oitorpedo.com.br
mundo oi torpedos
mundo oi.com.br
oi.com.br
torpedo-online
Resultado Dupla Sena
Resultado Loteria Federal
Resultado Loteca
Resultado Lotofacil
Resultado Lotogol
Resultado Lotomania
Resultado Mega-sena
Resultado Quina
Resultado Timemania
baixa-facil
Resultado Loterias
E-Scripter
Assinar:
Postagens (Atom)











