domingo, 31 de março de 2013

FELIZ PASCOA

Para vocês, meus queridos seguidores e visitantes do blog, desejo uma feliz pascoa e que o Cristo abençoe a vida de cada um de nós e possamos viver em um planeta mais equilibrado.
Amém!

quinta-feira, 28 de março de 2013

Incontinência urinária: mitos e verdades


Campanha nacional esclarece sobre a perda involuntária de urina e garante que o problema tem tratamento eficaz

Fonte:  Minha Saúde

www.saude.ig.com.br
Uma em cada 25 pessoas sofrerá, ao longo da vida, com um incômodo sobre o qual pouca gente fala: a incontinência urinária.
De acordo com estimativas da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a perda involuntária de urina afeta 5% da população mundial, mas os médicos acreditam que esse número pode ser bem maior.
Constrangidos de falar sobre este problema com seus médicos, muitos deixam de buscar ajuda para uma condição que, segundo os especialistas no tema, tem tratamento.
Para aumentar a conscientização sobre a incontinência urinária a SBU acaba de lançar a campanha nacional “Segura aí” cujo objetivo é esclarecer sobre as formas de prevenção e conscientizar a população de que há tratamentos extremamente eficazes para trazer de volta o controle da urina.
O site da campanha reúne informações básicas sobre os tipos de incontinência urinária, as causas do problema e como preveni-lo. A SBU elaborou ainda uma seção com mitos e verdades sobre o problema. Veja a seguir as explicações nove dúvidas:
1. Perder peso ajuda a melhorar a incontinência urinária?
Verdade. A obesidade é um fator de risco para o problema e a perda de peso pode acarretar em um melhor controle urinário.
2. Atividade física pode causar incontinência urinária?
Atividades físicas de extremo impacto (salto, ginástica olímpica, paraquedismo) podem levar algumas mulheres a desenvolver o problema. Em contrapartida, existem evidências de que atividades físicas moderadas auxiliam mulheres adultas e idosas na redução da incontinência urinária.
3. Fumar pode agravar a incontinência urinária?
Verdade. O tabagismo aumento o risco de incontinência urinária.
4. Quando tomo café é normal que as minhas perdas urinárias piorem?
Verdade. Apesar de haver diversos estudos, não existe um consenso sobre a relação entre o consumo de café e o agravamento da incontinência urinária. Entretanto é recomendado que portadores de incontinência urinária reduzam o consumo de café.
5. Cruzar as pernas ajuda a conter a urina?
Verdade. O ato de cruzar as pernas pode ser útil para evitar perdas urinárias, como em momentos de tosse e outras manobras provocativas.
6. É normal perder urina porque sou velho(a)?
Não. A incontinência urinária nunca é normal, independente do sexo e idade, e sempre pode ser tratada.
7. Somente mulheres que tiveram parto vaginal estão sujeitas a ter incontinência urinária?
Mito. Mesmo mulheres que nunca ficaram grávidas podem ter incontinência urinária, mas sabe-se que o parto cesáreo leva a um menor risco de incontinência se comparado ao parto vaginal.
8. Homens também podem ter incontinência urinária?
Verdade. A incontinência urinária pode ocorrer em ambos os sexos e em qualquer idade.
9. Bexiga hiperativa e incontinência urinária são a mesma coisa?
Não. Bexiga hiperativa é o aumento do número de micções durante o dia e a noite (acima de oito vezes por dia), com urgência miccional (vontade forte de urinar) e que em alguns casos é acompanhado por incontinência urinária (perda de urina).



Pode fazer a diferença


sexta-feira, 22 de março de 2013

Dia Mundial da Água



O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos. 

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem. 

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia. 

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam. 

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras. 

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo. 

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis. 

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado. 
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. 

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Moradores do Jardim Botânico e do Horto fazem manifestações em frente ao parque


Fonte: G1
  • De um lado, os que são contra a ocupação irregular do parque; do outro, quem mora lá há mais de 60 anos e não quer sair


Moradores das associações de moradores do Horto e do Jardim Botânico protestam na entrada do Jardim BotânicoO Globo / Hudson Pontes
RIO - Uma briga antiga entre associações de moradores do Jardim Botânico e do Horto (Amahor) movimentou a manhã deste domingo. De um lado, cerca de 150 manifestantes da Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico (AMA - JB), que defendem a preservação integral do parque, alegando que ele faz parte do Patrimônio Histórico Nacional. Do outro, outras 50 pessoas da Associação de Moradores e Amigos do Horto (Amahor), que vivem há mais de 60 anos nas áreas tombadas do Jardim Botânico e se recusam a sair. O primeiro grupo marcou uma manifestação para as 10h. O segundo chegou às 8h, para fazer seu próprio protesto. Carregando faixas e cartazes, eles ficaram em lados diferentes da calçada em frente ao parque e trocaram acusações até o início da tarde.
Atualmente, são 600 famílias - um total de 1800 moradores, em sua maioria descendentes de empregados antigos do JB- vivendo irregularmente no Jardim Botânico. Munidos de cartazes e carro de som, os moradores da área - que não pagam IPTU - pediam a regularização fundiária. A Polícia Militar acompanhou a manifestação, que não alterou o trânsito.
- A AMA-JB alega que somos invasores. Outra mentira é dizer que estamos na área do Jardim Botânico. Estamos numa área contígua ao Jardim Botânico, que pertence à União. Além de não ter legitimidade, a associação não tem poderes para resolver a situação latifundiária de ninguém. Querem tirar a gente daqui, mas para onde iríamos? E com certeza aquela área será entregue à especulação imobiliária. Vamos parar com essa elitização de que pobre não pode morar em áreas nobres da cidade - atacou Emilia Maria de Souza, a presidente da Amahor.
Mas, segundo Regina Carquejo, advogada da AMA-JB e do movimento S.O.S Jardim Botânico, a história não é bem assim:
- Não será entregue à especulação imobiliária de jeito nenhum. Queremos reflorestar o Jardim Botânico, nosso patrimônio. Somos contra qualquer tipo de ocupação ilegal dentro da área tombada do Jardim Botânico. E os entornos também devem ser preservados. Já fomos contra a construção de residências de luxo na área.
Entre as reclamações da AMA-RJ está a poluição do Rio dos Macacos que, segundo Regina, virou um esgoto a céu aberto.
- Há moradias ilegais em cima dele. Há muita coisa errada.



segunda-feira, 4 de março de 2013

PARA QUEM ESTÁ NO RIO DE JANEIRO


Conheça sete produtos para animais de estimação “sustentáveis”


Conheça sete produtos para animais de estimação “sustentáveis”

Lydia Cintra 1 de março de 2013

1. Ecofralda para cachorrosSim, é possível encontrar fralda canina no mercado. E mais: 100% oxibiodegradável. Há versões diferenciadas para machos e fêmeas e serve apenas para xixi, por isso tem um orifício anatômico que não incomoda o rabo. A ideia é proporcionar mais higiene em passeios, viagens, pós-operatório e em cachorros com incontinência urinária. No caso dos machos, evitam estrago de móveis e outros objetos com a típica demarcação de território.
2. CosméticosA linha da Eco Cosméticos inclui shampoos, desembaraçadores e sabonetes naturais para cachorros, gatos e cavalos. A proposta é usar produtos naturais para “higiene e embelezamento de animais” a base de (nada menos que) extratos amazônicos, extraídos de forma responsável e certificada, segundo a fabricante. Peculiaridades do mundo pet.
Tem shampoo com óleo de copaíba, shampoo para filhotes de cães com manteiga da palmeira Murumuru, desembaraçador de pelos com óleo de castanha-do-Pará e fluido higienizador com óleo de andiroba para cavalos.
3. VinhoterapiaParece que vinho também faz bem para outras espécies. A Empório Pet criou uma linha baseada nos “segredos e benefícios” da vinhoterapia, composta shampoo higienizador, perfume e até máscara revitalizante para os pelos, que ficam mais macios com o poder antioxidante das uvas…
4. Casinha petAs casinhas da Ecobichos são fabricadas com papelão que vem de fontes certificadas pelo FSC (Forest Stewardship Council). Segundo o fabricante, o material é antialérgico e previne o acúmulo de pelos causadores de fungos. Por R$49,90, é possível comprar o “Condocat”, um condomínio para gatos – que nada mais é do que uma casinha modulada com três andares.
Há também a “Doghouse”. Elas duram em média seis meses se usadas em ambiente coberto e seco.
5. AlmofadasFabricadas pela marca Harry Barker, as almofadas para cães e gatos são feitas com algodão livre de agrotóxico, sem produtos químicos ou corantes artificiais. A marca também fabrica coleiras feitas com plástico 100% reciclado.
6. Sem espaçoPara substituir a tradicional areia para gatos, a proposta é um granulado higiênico feito com bagaço de cana, por isso biodegradável. O Cat Pellet absorve até 4 vezes mais e não suja as patas do animal, promete o fabricante.
7. Alimentos orgânicos
Orgânicos para cachorro? Tem também. A empresa Organicão, de São Paulo, prepara e entrega comida saudável para quem quer fugir das rações industrializadas, com componentes transgênicos, conservantes e aromas artificiais. Um dos “pratos” é músculo bovino com ovos, abobrinha e óleo de canola. E tem a opção frango:
A empresa diz que as receitas contêm apenas fontes proteicas de fácil digestão. “Nossos rótulos são claros: ‘peito de frango, moela de frango, coração de frango’, ao invés de ‘carne de frango’. Queremos que você saiba qual ave utilizamos. Afinal, urubu também é ave. Pena e bico também são fontes proteicas, só que de baixa digestibilidade”.
(Imagens: SXC.HU/ Divulgação/ Divulgação)